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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorCavalcante, João Victor de Sousa-
dc.contributor.authorSilva, Mateus de Almeida-
dc.date.accessioned2025-08-14T13:05:18Z-
dc.date.available2025-08-14T13:05:18Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationSILVA, Mateus de Almeida. Prisioneiras da própria imagem: a busca pela validação social e a construção da autoimagem no filme The Substance (2024). 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Publicidade e Propaganda) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/82011-
dc.description.abstractThis study aims to analyze the film "The Substance" (2024), directed by Coralie Fargeat, from sociological and anthropological perspectives on self-image construction and the search for social validation in contexts of digital hypervisibility. Drawing primarily on theoretical references such as Erving Goffman's concepts of social performance, Paula Sibilia's spectacle of intimacy, David Le Breton's theory of the body as a symbolic interface, and Mikhail Bakhtin's aesthetic perspective on the grotesque, the research investigates how the film uses the body horror genre to depict contemporary tensions between identity and performance, reality and appearance, body and digital avatar. Methodologically, the research employs qualitative film analysis, emphasizing visual metaphors, narrative elements, and aesthetic language to explore the implicit social critique within the cinematic work. The study highlights the journey of the character Elisabeth Sparkle (played by Demi Moore), who, facing aging and media exclusion, resorts to an experimental substance to create a young and idealized version of herself, triggering both symbolic and literal identity duplication processes. The analysis results demonstrate how "The Substance" problematizes the logic of visual validation prevalent in social networks, revealing mechanisms of exclusion, aesthetic anxiety, and identity fragmentation. The film is interpreted as a compelling critique of contemporary digital culture's impacts on subjectivity and body perception, highlighting the constant pressure to maintain an idealized appearance. It concludes that the work effectively employs grotesque aesthetics as a critical and symbolic resource, fostering a profound reflection on the vulnerability of contemporary individuals in the face of visual demands imposed by media and digital societypt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titlePrisioneiras da própria imagem: a busca pela validação social e a construção da autoimagem no filme The Substance (2024)pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste trabalho tem como objetivo analisar o filme "The Substance" (2024), dirigido por Coralie Fargeat, a partir das perspectivas sociológicas e antropológicas da construção da autoimagem e da busca por validação social em contextos de hipervisibilidade digital. Utilizando como referência teórica principal os conceitos de performance social propostos por Erving Goffman, a espetacularização da intimidade de Paula Sibilia, a teoria do corpo como interface simbólica proposta por David Le Breton e a perspectiva estética do grotesco apresentada por Mikhail Bakhtin, o estudo investiga como o filme traduz, através do gênero body horror, as tensões contemporâneas entre identidade e performance, realidade e aparência, corpo e avatar digital. Metodologicamente, a pesquisa desenvolve-se por meio de análise fílmica qualitativa, enfatizando o uso de metáforas visuais, elementos narrativos e linguagem estética para explorar a crítica social implícita na obra cinematográfica. O trabalho destaca a trajetória da personagem Elisabeth Sparkle (interpretada por Demi Moore), que, ao enfrentar o envelhecimento e a exclusão midiática, recorre a uma substância experimental para criar uma versão jovem e idealizada de si mesma, desencadeando um processo simbólico e literal de duplicação identitária. Os resultados da análise demonstram como "The Substance" problematiza a lógica de validação visual das redes sociais, revelando mecanismos de exclusão, ansiedade estética e fragmentação identitária. O filme é interpretado como uma denúncia contundente sobre os impactos da cultura digital contemporânea na subjetividade e na percepção corporal, evidenciando a pressão constante por manutenção de uma aparência idealizada. Conclui-se que a obra utiliza eficientemente a estética grotesca como recurso crítico e simbólico, possibilitando uma reflexão profunda sobre a vulnerabilidade do sujeito contemporâneo diante das exigências visuais impostas pela sociedade midiática e digital.pt_BR
dc.subject.ptbrHipervisibilidadept_BR
dc.subject.ptbrAutoimagempt_BR
dc.subject.ptbrValidação socialpt_BR
dc.subject.ptbrPerformance socialpt_BR
dc.subject.ptbrGrotescopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/8972350801936942pt_BR
local.date.available2025-08-14-
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