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dc.contributor.authorHelena, Lucia-
dc.date.accessioned2011-10-13T13:23:09Z-
dc.date.available2011-10-13T13:23:09Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.citationHELENA, L. (2009)pt_BR
dc.identifier.issn1018051-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/894-
dc.descriptionHELENA , Lucia. Nação e invenção. Revista de Letras, Fortaleza, v.1, n. 29, pt. 2, p. 62-68, 2009.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Letraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAlencar, José de, 1829-1877 - Visão política e socialpt_BR
dc.subjectLiteratura Brasileirapt_BR
dc.subjectAlencar, José de, 1829-1877 - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectBrasil - Séc. XIX - aspecto políticopt_BR
dc.subjectNaçãopt_BR
dc.subjectEstadopt_BR
dc.subjectBrasil - Séc. XIX - aspecto socialpt_BR
dc.titleNação e invençãopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEdward Said afi rma que, sem o imperialismo, não teria existido o romance europeu tal como o conhecemos (SAID, 1995, p. 108). Examinando, a partir desta premissa, a narrativa brasileira em expansão no século XIX, pode-se considerar que ela desenha uma forma estética e histórica na qual, em uma convergência nada fortuita, coexistem modelos romanescos de “autoridade social”, subjacentes à tendência imperialista. Dito de outra forma, a refl exão sobre a literatura brasileira do século XIX pode apreender uma correlação entre a nação-estado, o texto literário e o império, o que nos permite empreender “uma refl exão em torno da metáfora da casa como uma forma de representar [o nacional] por meio da escrita”.2(...)pt_BR
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