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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorMendes, Francisca Raimunda Nogueira-
dc.contributor.authorSantos, Raissa Moraes-
dc.date.accessioned2025-09-02T13:20:38Z-
dc.date.available2025-09-02T13:20:38Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationSANTOS, Raissa Moraes. Se eu não me vejo, quem vai me ver? A representação da mulher negra na revista vogue brasil. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Design - Moda) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/82326-
dc.description.abstractThis study investigates the representation of black women in fashion advertising, focusing on the Vogue Brasil magazine covers published in 2024. It is based on the understanding that fashion is a cultural and political phenomenon, whose visual language contributes to the construction of social imaginaries, particularly regarding race, gender, and aesthetics. The research is grounded in an intersectional and decolonial approach, articulating concepts such as whitening, blackness, silencing, representation, and black aesthetics. The methodology combines bibliographic, documentary, and case study research, centering on the visual and discursive analysis of the March, May, and October covers, as well as the absence of black representation on the November issue, released during Brazil’s National Black Consciousness Month. The data were interpreted through the theoretical lenses of authors such as Grada Kilomba, bell hooks, Lélia Gonzalez, Giovana Xavier, Sueli Carneiro, Patricia Hill Collins, Angela Davis, and Frantz Fanon. The results indicate that, although there have been advances in the inclusion of black models, their presence remains sporadic, symbolic, and conditioned by editorial and phenotypic criteria. The analysis reveals that black bodies, especially female ones, are often represented through aesthetic filters aimed at adapting them to whiteness standards, thus limiting their empowering potential. Furthermore, the absence of a black woman on the November cover, despite the nationalization of Black Consciousness Day, reveals the persistence of exclusionary logic in the magazine’s editorial practices. The study concludes that fashion advertising still operates within racist structures and that black representation, to be effective, must be accompanied by narratives that acknowledge the subjectivity, agency, and history of black women.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleSe eu não me vejo, quem vai me ver? A representação da mulher negra na revista vogue brasilpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste trabalho investiga a representação da mulher negra na publicidade de moda, com foco analítico nas capas da revista Vogue Brasil do ano de 2024. Parte-se da compreensão de que a moda é um fenômeno cultural e político, cuja linguagem visual contribui para a construção de imaginários sociais, especialmente no que se refere à raça, gênero e estética. A pesquisa fundamenta-se em uma abordagem interseccional e decolonial, articulando conceitos como branqueamento, negritude, silenciamento, representatividade e estética negra. A metodologia adotada combina pesquisa bibliográfica, documental e estudo de caso, centrando-se na análise visual e discursiva das capas dos meses de março, maio e outubro, bem como na ausência de representação negra na edição de novembro, mês da Consciência Negra. Os dados foram interpretados com base em referenciais teóricos de autoras e autores como Grada Kilomba, Bell hooks, Lélia Gonzalez, Giovana Xavier, Sueli Carneiro, Patricia Hill Collins, Angela Davis, Frantz Fanon, entre outros. Os resultados indicam que, embora haja avanços na inclusão de modelos negras, a presença dessas mulheres nas capas ainda é esporádica, simbólica e condicionada a determinadas características fenotípicas e editoriais. A análise revela que os corpos negros, especialmente os femininos, são frequentemente representados por meio de filtros estéticos que buscam adequá-los aos padrões da branquitude, o que limita seu potencial de empoderamento. Além disso, a ausência de uma mulher negra na capa de novembro, mesmo após a oficialização nacional do feriado da Consciência Negra, evidencia a persistência de uma lógica excludente nas práticas editoriais da revista. Conclui-se que a publicidade de moda ainda opera sob estruturas racistas e que a representatividade negra, para ser efetiva, precisa ser acompanhada por narrativas que reconheçam a subjetividade, a agência e a história das mulheres negras.pt_BR
dc.subject.ptbrMulher negrapt_BR
dc.subject.ptbrPublicidade de modapt_BR
dc.subject.ptbrInterseccionalidadept_BR
dc.subject.ptbrEstética negrapt_BR
dc.subject.ptbrDecolonialidade.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTESpt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/9326102983759437pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/6279132644504627pt_BR
local.date.available2025-09-02-
Aparece en las colecciones: DESIGN MODA - Monografias

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