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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSilva, Thaís Gonçalves Rodrigues da-
dc.contributor.authorCastro, Ana Cleia da Silva-
dc.date.accessioned2021-06-10T17:47:10Z-
dc.date.available2021-06-10T17:47:10Z-
dc.date.issued2021-
dc.identifier.citationCASTRO, Ana Cleia da Silva. Pedaços manifestos: Composições e decomposições de um corpo pardo Vídeo Manifesto + Relato do processo de criação. 2021. 60 f. Monografia (Graduação em Dança-Licenciatura)-Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/58901-
dc.description.abstractThe manifesto tone is the keynote of this work, composed of two creations. One of them is the writing of an autobiographical manifesto, with questions on discourses of visibility and invisibility that cross the body of a Brazilian woman, artist and who, very recently, realized that her tone of brown skin comes from its indigenous heredity in Ceará. What pieces of Brazil inhabit me? Which pieces do I identify with? What stories make me up? With the restrictions imposed by the Coronavirus/Covid-19 pandemic, it was possible realize how the colonial logic about bodies and nature threatens community life. In the knowledge of the land there is a possible wisdom to do facing the extractive logic that inhabits our subjectivities (KRENAK, 2019; ROLNIK, 2018; ALEGRE, 1992/93). Thus, the manifest text expands to the format of a video-manifesto, with the collaboration of dance artists, people brown and black women who feel racial, gender and/or related issues in their own skin. to ancestral knowledge and who wish to tell our history of Brazil through the version of those who had their speeches made invisible. we manifest our pieces from Brazil.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectManifesto autobiográficopt_BR
dc.subjectAncestralidade Indígenapt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectSubjetividadept_BR
dc.titlePedaços manifestos: Composições e decomposições de um corpo pardo Vídeo Manifesto + Relato do processo de criaçãopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrO tom de manifesto é a tônica deste trabalho, composto por duas criações. Uma delas é a escrita de um manifesto de caráter autobiográfico, com questionamentos sobre discursos de visibilidade e invisibilidade que atravessam o corpo de uma mulher brasileira, artista e que, muito recentemente, se deu conta que seu tom de pele parda vem de sua hereditariedade indígena no Ceará. Que pedaços de Brasil me habitam? Com quais pedaços me identifico? Que histórias me compõem? Com as restrições impostas pela pandemia do Coronavírus/Covid-19, foi possível perceber o quanto a lógica colonial sobre os corpos e sobre a natureza ameaça a vida em comunidade. Nos saberes da terra está uma sabedoria possível para fazer frente à lógica extrativista que habita nossas subjetividades (KRENAK, 2019; ROLNIK, 2018; ALEGRE, 1992/93). Assim, o texto manifesto amplia-se para o formato de um vídeo-manifesto, com a colaboração de artistas da dança, pessoas pardas e negras que sentem na pele as questões raciais, de gênero e/ou vinculadas aos saberes ancestrais e que desejam contar a nossa história do Brasil pela versão daqueles que tiveram seus discursos invisibilizados. Manifestamos nossos pedaços de Brasil.pt_BR
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DANÇA-LICENCIATURA - Monografias

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