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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/49386Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Mamede, Paulo de Tarso Bernardes | - |
| dc.contributor.author | Fonteles, Luís Carlos Alencar | - |
| dc.contributor.author | Almeida, Nilton Melo | - |
| dc.date.accessioned | 2020-01-21T10:10:54Z | - |
| dc.date.available | 2020-01-21T10:10:54Z | - |
| dc.date.issued | 1985 | - |
| dc.identifier.citation | MAMEDE, Paulo de Tarso Bernardes; FONTELES, Luís Carlos Alencar; ALMEIDA, Nilton Melo. A imprensa e a seca. Revista de Comunicação Social, Fortaleza (CE), v. 15, n. 1, p. 111-122, jan./jun. 1985. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/49386 | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Revista de Comunicação Social | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Secas | pt_BR |
| dc.subject | Polígono das Secas | pt_BR |
| dc.subject | Jornalismo - Aspectos sociais | pt_BR |
| dc.subject | Meios de Comunicação de Massa (MCM) | pt_BR |
| dc.subject | Imprensa | pt_BR |
| dc.title | A imprensa e a seca | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | "A seca, no Ceará, sempre foi utilizada para fins políticos, visando ao triunfo dos que estão no poder". Abelardo F. Montenegro no livro Os partidos políticos no Ceará Edições Universidade Federal do Ceará (1980). Na verdade, a constatação do professor Abelardo F. Montenegro é extensiva a todo o Nordeste. Como têm provado estudos e pesquisas de órgãos idôneos, inclusive ligados ao próprio Governo - como é o caso do Centro Tecnológico Aeroespacial (CTA) e da Superintendência de Desenvolvímento do Nordeste (Sudene) -, a seca deixou de ser, há muito, o grande mistério climático. Não passa de um fenômeno cíclico cientificamente previsível que se consolidou no Nordeste como o instrumento mais eficaz de dominação e manutenção das relações entre as classes dominantes - detentoras dos meios de produção - e os trabalhadores - meros dispositivos braçais da mão-de-obra explorada. Esmiuçar a pobreza e miséria seculares da Região não é bem o objetivo deste trabalho, assim como não é preocupação nossa arrolarmos aqui o potencial, a riqueza e os recursos naturais, culturais e humanos desta imensa área (978.291 quilômetros quadrados) a que se convencionou chamar, de forma. até pejorativa, o Polígono das Secas.[...] | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | DCSO - Artigos publicados em revistas científicas | |
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| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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