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dc.contributor.authorMachado, Igor Suzano-
dc.date.accessioned2018-10-17T11:24:36Z-
dc.date.available2018-10-17T11:24:36Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationMachado, I. S. (2018)pt_BR
dc.identifier.issn2318-4620-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/36519-
dc.descriptionMACHADO, Igor Suzano. Sinédoque constitucional: o desafio (desigual) de agrupamentos profissionais para transformar interesses particulares em valores constitucionais universais. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v. 49, n. 2, p. 59-92, jul./out. 2018.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Ciências Sociaispt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectJudicialização da políticapt_BR
dc.subjectHegemoniapt_BR
dc.subjectAntagonismospt_BR
dc.subjectContingênciaspt_BR
dc.titleSinédoque constitucional: o desafio (desigual) de agrupamentos profissionais para transformar interesses particulares em valores constitucionais universaispt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrDesde o trabalho pioneiro de C. Neal Tate e Torbjörn Vallinder (1995), a expressão “judicialização da política” tornou-se parte do vocabulário de estudos sobre a relação entre política e justiça, inclusive no Brasil. Conforme destaca Ran Hirschl (2008, pp. 119-123),a expressão tornou-se uma espécie de termo “guarda-chuva”, representando uma miríade de situações distintas. Debruça-se, segundo o autor, especialmente sobre três processos inter-relacionados. Primeiramente, no nível mais abstrato, refere-se à disseminação do discurso, jargão, regras e processos jurídicos na esfera política e na formulação de políticas públicas – ao que muitos preferem se referir em termos de “juridificação”. Em segundo lugar, num nível mais concreto, diz respeito à extensão da província de atuação dos juízes na formulação de políticas públicas e organização da burocracia e órgãos políticos, inclusive, mediante atuação na defesa de direitos e garantias individuais, de forma a restringir a atuação dos poderes Executivo e Legislativo. Por fim, há ainda casos de judicialização da “megapolítica”, em que juízes chegam a definir questões relativas à segurança nacional, planejamento econômico, processo eleitoral etc. [...]pt_BR
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