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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorMEDEIROS, Paulo Tarso Cabral de-
dc.date.accessioned2016-02-11T11:06:33Z-
dc.date.available2016-02-11T11:06:33Z-
dc.date.issued2003-
dc.identifier.citationMEDEIROS, Paulo Tarso Cabral de. Saber ler com Nietzsche. Revista Educação em Debate, Fortaleza, ano 25, v. 1, n. 45, p. 112-114, 2003. Resenha da obra de: LARROSA, Jorge. Nietzsche & a Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. 135p.pt_BR
dc.identifier.issn0102-1117 (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/15174-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Educação em Debatept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLeiturapt_BR
dc.subjectNietzschept_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.titleResenha Saber ler com Nietzschept_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrTodos os livros ainda estão para ser lidos e suas leituras possíveis são múltiplas e infinitas; o mundo está para ser lido de outras formas; nós mesmos ainda não fomos lidos. Eis um trecho-aperitivo do notável, inquieto e prazeroso Nietzsche & a Educação, do aragonês/espanhol Jorge Larrosa, publicado pela Editora Autêntica, de Belo Horizonte, em 2002, no âmbito da Coleção Pensadores & Educação - que nos promete, em 2003, Oeleuze & a Educação, de Sílvio Callo; Foucault & a Educação, Comenius & a Educação e ainda promete Platão & a Educação, Bourdieu & a Educação, e Marxismo & a Educação,entre outros. Bem-vinda coleção, a resistir a certo consenso paralisante que garante imolado, porém emudecido nas bibliotecas, o panteão das obras clássicas, até modernas, assegurando, cética ou cinicamente, que tudo já foi escrito, tudo está dito, pensado, a História acabou (!), que os livros estão mais desinteressantes que os games, a internet, o DVD, a música eletrônica, o joguinho de paciência, os documentários nas tevês por assinaturas, enfim. Ora, "o mundo e o homem não são textos ainda a pedir decifrações e invenções?", provoca Jorge Larrosa. E não foi justamente Nietzsche, pergunta, "o primeiro que leu Sócrates, o primeiro que leu o cristianismo, o primeiro que lhes fez as perguntas justas, o primeiro que os viu com olhos precisos, o que os tratou como textos ainda não lidos?" (LARROSA, 2002, p. 29)...pt_BR
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