Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/87382
Registro completo de metadatos
Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorPrata, Nadja Paulino Pessoa-
dc.contributor.authorVidal, Renata Pereira-
dc.date.accessioned2026-08-04T15:47:30Z-
dc.date.available2026-08-04T15:47:30Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationVIDAL, Renata Pereira. Intersubjetividade (evidencial): perspectivas propositivas para a gramática discursivo-funcional. 2026. 251 f. Tese (Doutorado em Linguística) - Programa de Pós-graduação em Linguística, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/87382-
dc.description.abstractThis work aims to enhance the psychological, typological, and pragmatic suitability of Functional Discourse Grammar (FDG) (Hengeveld; Mackenzie, 2008) for addressing intersubjectivity and its overlap with evidentiality. The basic hypothesis is that the model cannot explain the manifestation of this domain, independently or in interaction with evidentiality, in languages with a system or markers that serve this function. Given that intersubjectivity has received various interpretations in linguistic studies (Traugott; Dasher, 2002; Traugott, 2003, 2010; Verhagen, 2005; Nuyts, 2012, 2017; Evans; Bergqvist; San Roque, 2018a, 2018b; Tantucci, 2021), we made a cut concerning the vision adopted to treat it in the theoretical and methodological framework of the FDG, bearing in mind its basic Principle of Formal Encoding. Thus, we restrict ourselves to intersubjectivity related to the indication of (a)symmetries in access to and attention to knowledge, which is restricted to grammatical expression (Evans; Bergqvist; San Roque, 2018a, 2018b, among others), referred to as “engagement” by its proponents. Based on this approach, we operationalize the concept of grammaticalized intersubjectivity. To achieve the purposes of this investigation, we have compiled research from different languages that grammaticalize (evidential) intersubjectivity based on works that present and develop the category “engagement” (Evans, Bergqvist; San Roque, 2018a, 2018b; Bergqvist; Knuchel, 2019; Bergqvist; Kittilä, 2020), which was enriched by a study of Spanish (Nebot; Cornillie, 2018), a language that reflects distinctions of intersubjectivity not in morphosyntactic coding, as in “engagement” languages, but in phonological coding. Based on data from nineteen languages, we defend a characterization of (evidential) intersubjectivity in GDF by means of an adjustment in the Interpersonal Level (IL) of the Grammatical Component of the model, consisting of the addition of a set of intersubjectivity operators in the Communicated Content (C) and Participants (P1 – P2) units. The proposal contributes to the typological adequacy of the theory by providing support for an adequate description of languages that grammaticalize distinctions of intersubjectivity. Based on evidence that intersubjectivity markers also encode distinctions of intersubjectivity relative not to the information conveyed under the scope of form, but to information contained in the Contextual Component shared by Speaker (P1) and Addressee (P2), the thesis, joining research in GDF such as Silva (2013), Mackenzie (2014, 2015), and Giomi (2014), advocates for a dialogical treatment of the Model of Verbal Interaction (MVI).pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleIntersubjetividade (evidencial): perspectivas propositivas para a gramática discursivo-funcionalpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.description.abstract-ptbrEste trabalho tem como objetivo precisar a Gramática Discursivo-Funcional – GDF (Hengeveld; Mackenzie, 2008) no tocante à sua adequação psicológica, tipológica e pragmática para o tratamento da intersubjetividade e sua sobreposição com a evidencialidade. A hipótese básica sustenta que o modelo não consegue explicar a manifestação desse domínio, de forma independente ou em interação com a evidencialidade, em línguas que possuem um sistema ou marcadores com essa função. Tendo em vista que a intersubjetividade recebe diversas interpretações nos estudos linguísticos (Traugott; Dasher, 2002; Traugott, 2003, 2010; Verhagen, 2005; Nuyts, 2012, 2017; Evans; Bergqvist; San Roque, 2018a, 2018b; Tantucci, 2021), realizamos um recorte, no que se refere à visão adotada, para que pudéssemos tratar da noção no quadro teórico e metodológico da GDF, tendo em vista o seu princípio basilar da codificação formal. Dessa maneira, restringimo-nos à intersubjetividade relativa à indicação de (as)simetrias de acesso e atenção ao conhecimento, que está restrita à expressão gramatical (Evans; Bergqvist; San Roque, 2018a, 2018b, entre outros), denominada “engajamento” por seus proponentes. Partindo, então, desse recorte, operacionalizamos o conceito intersubjetividade gramaticalizada. Para o alcance dos propósitos da presente investigação, realizamos a compilação de pesquisas de diferentes línguas que gramaticalizam a intersubjetividade (evidencial) com base nos trabalhos de apresentação e desenvolvimentos da categoria “engajamento” (Evans; Bergqvist; San Roque, 2018a, 2018b; Bergqvist; Knuchel, 2019; Bergqvist; Kittilä, 2020), a qual foi enriquecida com um estudo do espanhol (Nebot; Cornillie, 2018), língua que reflete distinções de intersubjetividade não na codificação morfossintática, como nas línguas de “engajamento”, mas na fonológica. A partir de dados oriundos de dezenove línguas, defendemos uma caracterização da intersubjetividade (evidencial) na GDF mediante um ajuste no Nível Interpessoal (NI) do Componente Gramatical do modelo, consistindo na adição de um conjunto de operadores de intersubjetividade nas unidades Conteúdo Comunicado (C) e Participante (P1 – P2). A proposta contribui com a adequação tipológica da teoria, ao fornecer subsídios para uma descrição adequada de línguas que gramaticalizam distinções de intersubjetividade. A partir de evidências de que os marcadores de intersubjetividade codificam também distinções de intersubjetividade relativa não à informação veiculada sob o escopo da forma, mas a informações contidas no Componente Contextual compartilhado por Falante (P1) e Ouvinte (P2), a tese, unindo-se a pesquisas em GDF como Silva (2013), Mackenzie (2014, 2015) e Giomi (2014), advoga por um tratamento dialógico do Modelo de Interação Verbal (MIV).pt_BR
dc.subject.ptbrIntersubjetividadept_BR
dc.subject.ptbrEvidencialidadept_BR
dc.subject.ptbrGramática Discursivo-Funcionalpt_BR
dc.subject.enIntersubjectivitypt_BR
dc.subject.enEvidentialitypt_BR
dc.subject.enFunctional Discourse Grammarpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICApt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0336-2184pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/5749246483373065pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7861-7017pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/8631946314520264pt_BR
local.date.available2026-08-04-
Aparece en las colecciones: PPGL - Teses defendidas na UFC

Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción Tamaño Formato  
2026_tese_rpvidal.pdf2,1 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Los ítems de DSpace están protegidos por copyright, con todos los derechos reservados, a menos que se indique lo contrario.