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dc.contributor.advisorSilva, Odalice de Castro-
dc.contributor.authorRocha, Diego dos Santos-
dc.date.accessioned2026-06-10T14:59:33Z-
dc.date.available2026-06-10T14:59:33Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationROCHA, Diego dos Santos. “E serei eu uma crítica literária?”: espaços críticos-ficcionais na escrita de Virginia Woolf. Orientadora: Odalice de Castro Silva. 2026. 190 f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Programa de Pós-graduação em Letras, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/86686-
dc.description.abstractThe artistic production of Virginia Woolf (1882-1941), during the first half of the 20th century, subverts conventions from English Realism to declare itself modern, privileging the representation of human subjectivity and (un)consciousness. Whether in her works of fiction or non-fiction, it is possible to observe the development of writing as a space for rupture, conveying her worldview about the aesthetic creation of her time. This work, of an analytical and interpretative nature and based on a comparative approach between tradition and the new, aims to analyze how Virginia Woolf establishes herself as a literary critic and constructs this critical perception through different genres. First, we investigate the author’s Diaries (1920-1930) and how she addresses the connections between “everyday writing” and “literary writing”, evoking the narrow relationship between life and fiction. Further on, we examine nine essays from The common reader (1925), the first collection she organized, to understand how she addresses the tensions between tradition and modernity, the formation of the English novel, and the dialogue with her contemporaries. Then, we analyze how Woolf’s assertions reverberate in the novel Orlando: a biography (1928), which transfigures her position on the rise of modern literature and paves the way for posterity. Considering the diary-essay-fiction triad as a set of interrelated hybrid genres, we draw on contributions from authors such as Hermione Lee (1977), Massaud Moisés (2007), Sandra Guardini Vasconcelos (2007), Philippe Lejeune (2014) and Silviano Santiago (2019). Based on the reflections presented, it can be concluded that Woolf’s literary criticism is developed through different forms of writing that impact on each other to structure a project that explores the expanding realm of modern fiction, deepening discussions on memory, criticism, poetic creation, among other categories, in the scope of comparative literature.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.title“E serei eu uma crítica literária?”: espaços críticos-ficcionais na escrita de Virginia Woolfpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA produção artística de Virginia Woolf (1882-1941), durante a primeira metade do século XX, subverte convenções relacionadas ao Realismo inglês para declarar-se moderna, privilegiando a representação da subjetividade e da (in)consciência humanas. Seja em suas obras de ficção ou não ficção, observa-se a elaboração de uma escrita como espaço de rupturas, veiculando sua cosmovisão acerca da criação estética de sua época. Este trabalho, de caráter analítico e interpretativo e que parte de uma postura comparativa entre a tradição e o novo, pretende analisar de que modo Virginia Woolf se constrói como crítica literária e materializa essa percepção crítica a partir de diferentes gêneros. A princípio, investigam-se os Diários (1920-1930) da escritora e como ela aborda os elos entre “fazer cotidiano” e “fazer literário”, evocando a estreita relação entre vida e obra. Em seguida, examinam-se nove ensaios presentes em O leitor comum (1925), primeira coletânea organizada por ela, para compreender como são percebidas as tensões entre tradição e modernidade, a formação do romance inglês, além do diálogo que estabelece com seus contemporâneos. Adiante, analisa-se de que maneira as asserções de Woolf reverberam no romance Orlando: uma biografia (1928), o qual transfigura seu posicionamento diante da ascensão de uma literatura moderna e possibilita caminhos para a posteridade. Ao considerar a tríade diário-ensaio-ficção como um conjunto de gêneros híbridos que se interrelacionam, utilizam-se contribuições de autores como Hermione Lee (1977), Massaud Moisés (2007), Sandra Guardini Vasconcelos (2007), Philippe Lejeune (2014) e Silviano Santiago (2019). A partir das reflexões propostas, salienta-se que a crítica literária de Woolf se desenvolve através de diferentes formas de escrita que incidem umas sobre as outras para estruturar um projeto que pensa a ficção moderna em expansão, aprofundando discussões sobre memória, crítica, criação poética, entre outras categorias, no âmbito do comparatismo literário.pt_BR
dc.subject.ptbrVirginia Woolfpt_BR
dc.subject.ptbrGêneros híbridospt_BR
dc.subject.ptbrOrlando: uma biografiapt_BR
dc.subject.ptbrCrítica literáriapt_BR
dc.subject.enHybrid genrespt_BR
dc.subject.enOrlando: a biographypt_BR
dc.subject.enLiterary criticismpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpt_BR
local.author.orcidhttps://orcid.org/0009-0002-9536-8192pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/4126361292476214pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1762-9334pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/2938638518418758pt_BR
local.date.available2026-06-10-
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