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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/85729| Tipo: | TCC |
| Título: | Que a comunicação se pinte de povo: retratos de mídia comunitária cearense |
| Autor(es): | Simões, Letícia de Almeida Pereira |
| Orientador: | Nunes, Márcia Vidal |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::JORNALISMO E EDITORACAO |
| Data do documento: | 2016 |
| Citação: | SIMÕES, Letícia de Almeida Pereira. Que a comunicação se pinte de povo: retratos de mídia comunitária cearense. 2016. 50 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Jornalismo) - Curso de Graduação em Jornalismo, Instituto de Cultura e Arte, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016. |
| Resumo: | De acordo com a Constituição Federal, as concessões de rádio e TV brasileiras são públicas e o sistema deveria ser complementar, como divisão igual e justa entre público, privado e estatal. Ainda de acordo com a Constituição, as concessões não deveriam pertencer a indivíduos que ocupassem cargos políticos, mas isso não é respeitado no país. Esse controle de emissoras por políticos é um dos grandes problemas da democracia brasileira, sendo conhecido por coronelismo midiático. Políticos como ACM Neto (BA), Fernando Collor (AL), Sarney Filho (MA) e Tasso Jereissati (CE) são alguns dos exemplos a serem citados. Foi a partir de discussão sobre esse tema que foi construída a Semana Nacional pela Democratização da Comunicação 2014, em parceria entre o Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social e outros coletivos de comunicação. A Semana criou a campanha Fora Coronéis da Mídia, lançada no 35º Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação Social (Maceió/AL), com o intuito de alertar sobre a questão e sensibilizar a população através de ações em mais de 10 estados do Brasil. A lei das concessões não é respeitada e o oligopólio da mídia continua nas mãos de poucas pessoas. Sete famílias brasileiras controlando o que mais de 190 milhões de pessoas assistem pela TV. Empolgadas com o fato de que nunca sairão do patamar em que estão hoje e que sempre tentarão manipular as pessoas. A mídia hegemônica tem se apresentado um desserviço à luta de classes e ao direito humano à comunicação. Durante a ditadura, criminalizou movimentos e foi conivente com os atentados aos direitos humanos da época. Hoje, os meios de comunicação abrem curtas brechas para que o povo fale, mas somente se for minimamente condizente com sua linha editorial. [...] |
| URI: | http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/85729 |
| ORCID do Orientador: | https://orcid.org/0000-0003-3318-4937 |
| Currículo Lattes do Orientador: | http://lattes.cnpq.br/6100056550593067 |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| Aparece nas coleções: | JORNALISMO - Monografias |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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