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dc.contributor.advisorNunes, Márcia Vidal-
dc.contributor.authorSimões, Letícia de Almeida Pereira-
dc.date.accessioned2026-04-09T12:31:16Z-
dc.date.available2026-04-09T12:31:16Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationSIMÕES, Letícia de Almeida Pereira. Que a comunicação se pinte de povo: retratos de mídia comunitária cearense. 2016. 50 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Jornalismo) - Curso de Graduação em Jornalismo, Instituto de Cultura e Arte, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/85729-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleQue a comunicação se pinte de povo: retratos de mídia comunitária cearensept_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrDe acordo com a Constituição Federal, as concessões de rádio e TV brasileiras são públicas e o sistema deveria ser complementar, como divisão igual e justa entre público, privado e estatal. Ainda de acordo com a Constituição, as concessões não deveriam pertencer a indivíduos que ocupassem cargos políticos, mas isso não é respeitado no país. Esse controle de emissoras por políticos é um dos grandes problemas da democracia brasileira, sendo conhecido por coronelismo midiático. Políticos como ACM Neto (BA), Fernando Collor (AL), Sarney Filho (MA) e Tasso Jereissati (CE) são alguns dos exemplos a serem citados. Foi a partir de discussão sobre esse tema que foi construída a Semana Nacional pela Democratização da Comunicação 2014, em parceria entre o Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social e outros coletivos de comunicação. A Semana criou a campanha Fora Coronéis da Mídia, lançada no 35º Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação Social (Maceió/AL), com o intuito de alertar sobre a questão e sensibilizar a população através de ações em mais de 10 estados do Brasil. A lei das concessões não é respeitada e o oligopólio da mídia continua nas mãos de poucas pessoas. Sete famílias brasileiras controlando o que mais de 190 milhões de pessoas assistem pela TV. Empolgadas com o fato de que nunca sairão do patamar em que estão hoje e que sempre tentarão manipular as pessoas. A mídia hegemônica tem se apresentado um desserviço à luta de classes e ao direito humano à comunicação. Durante a ditadura, criminalizou movimentos e foi conivente com os atentados aos direitos humanos da época. Hoje, os meios de comunicação abrem curtas brechas para que o povo fale, mas somente se for minimamente condizente com sua linha editorial. [...]pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAO::JORNALISMO E EDITORACAOpt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3318-4937pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/6100056550593067pt_BR
local.date.available2026-04-09-
Appears in Collections:JORNALISMO - Monografias

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