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dc.contributor.advisorLins, Sylvie Ghislaine Delacours Soares-
dc.contributor.authorAlmeida, Maria Socorro Silva-
dc.date.accessioned2014-03-10T12:20:19Z-
dc.date.available2014-03-10T12:20:19Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.citationALMEIDA, Maria Socorro Silva. Desenvolvimento da oralidade e da escrita em crianças mediante textos narrativos formais: investigação longitudinal. 2012. 305f. – Tese (Doutorado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Educação Brasileira, Fortaleza (CE), 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/7587-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherwww.teses.ufc.brpt_BR
dc.subjectDesenvolvimento da Linguagempt_BR
dc.subjectAquisição da Escritapt_BR
dc.subjectEducação da Criançapt_BR
dc.subjectPrática de Ensinopt_BR
dc.titleDesenvolvimento da oralidade e da escrita em crianças mediante textos narrativos formais: investigação longitudinalpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.description.abstract-ptbrInvestiga a relação entre níveis distintos de oralidade, no período final da creche, e a evolução na reconstituição oral e escrita do texto narrativo em diferentes etapas do desenvolvimento das crianças. A base teórica recaiu sobre a psicogênese da linguagem escrita, de Ferreiro e Teberosky; os trabalhos de Adam para a análise da estrutura narrativa e a compreensão histórico-cultural de aprendizagem e desenvolvimento de Vigotski. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, cuja técnica de coleta de dados constou de observador-como-participante. Quanto ao tipo, estudo de multicasos em caráter longitudinal em quatro etapas. Os sujeitos investigados na primeira etapa foram crianças de três anos de idade de três instituições de Educação Infantil da cidade de Fortaleza-Ceará, sendo duas da rede pública municipal e suma conveniada, conforme a prática pedagógica: contar e recontar histórias em processo dialógico; contar esporadicamente e não contar histórias. Compuseram um total de 15 sujeitos, os mais falantes de cada turma. Finalizou-se a quarta etapa com 11 crianças que estavam concluindo o 2º ano do Ensino Fundamental, distribuídas em cinco escolas, incluindo as três supracitadas mais duas particulares de pequeno porte. Os recursos e instrumentos utilizados na coleta dos dados foram livros, gravações de áudio em formato MP4 e diário de campo, questionário para os pais e professoras, bem como roteiro de entrevistas semi-estruturadas para crianças e coordenadoras. Liam-se as histórias e solicitava-se aos sujeitos o reconto imediato, seguido da escrita dos textos. A análise individual dos casos indicou que cada criança expressou evolução constante na aprendizagem da oralidade e da escrita. A análise cruzada dos 11 casos indicou que, para algumas crianças, o fato de não haverem apresentado produção oral na primeira etapa não resultou em diferença na aprendizagem da escrita em relação àquelas que haviam esboçada elevada capacidade discursiva verbal; indicou também que a capacidade de reelaborar as estruturas narrativas formais é relativa à fluência verbal e que a fluência verbal é se refere ao desenvolvimento cognitivo, pois as crianças que expressaram dificuldades em compreender a trama das narrativas foram aquelas que também mostraram dificuldades na expressão verbal e, por conseguinte, escrita; e que as crianças das escolas públicas apresentaram maior evolução na aprendizagem do que as crianças das escolas particulares. Assim, constatou-se que o desenvolvimento cognitivo aferido pela capacidade de reconstruir as narrativas com encadeamento lógico-causal, tanto na oralidade quanto na escrita, é relativo à apropriação da linguagem dos sujeitos e independe de nível socioeconômico das famílias das crianças investigadas, mas correlacionado com o trabalho pedagógico das escolas e com a singularidade da criança.pt_BR
dc.description.abstract-frCette recherche étudie la relation entre langage oral et écrit au travers de textes narratifs formels durant le processus d’alphabétisation d’enfants. Apparaissent différentes étapes à partir de développements distincts de l’oralité durant la dernière année de crèche, et l’évolution dans la reconstruction orale et écrite du texte narratif. La base théorique de l’étude est la psychogenèse de la langue écrite de Ferreiro et Teberosky, les travaux de Adam au sujet de l’analyse de la structure narrative et la compréhension historico-culturelle de l’apprentissage et du développement selon Vigotski. Il s’agit d’une recherche qualitative et la technique de collecte des données peut être qualifiée de observation-comme-participant. Le type de recherche est une étude de cas multiples, de caractère longitudinal en quatre étapes. Les sujets étudiés durant la première étape sont des enfants de trois ans de trois Institutions d’enseignement maternel de la ville de Fortaleza, Ceará (Brésil). Deux d’entre elles sont publiques et la troisième est sous contrat. A propos de la pratique pédagogique: dans l’une, les histoires sont contées et racontées de forme dialogique, dans l’autre contées sporadiquement et dans la troisième, les adultes ne lisent pas d’histoires. Les sujets sont 15 enfants parmi ceux qui parlaient le plus dans chaque classe. La quatrième étape termine l’enquête avec 11 de ces enfants alors à la fin du Cours Elémentaire 1ère année, dans 5 écoles, les trois déjà citées et deux petites écoles privées. Les ressources et les instruments utilisés durant la collecte des données ont été des livres, des enregistrements audio sur MP4 et un journal de bord, un questionnaire pour les parents et pour les professeurs et le texte de l’entretien semi structuré pour les enfants et les coordinatrices. La chercheuse a lu les histoires et a demandé aux sujets de les raconter immédiatement, puis d’écrire les textes. L’analyse individuelle a indiqué que l’apprentissage de chaque enfant a évolué de façon constante à partir du point de départ de la première étape. L’analyse croisée des onze cas a indiqué que, pour certains enfants, le fait de ne pas avoir réussi à présenter de production orale durant la première étape n’a pas occasionné de différences dans l’apprentissage de la langue écrite par rapport à ceux qui avaient ébauché une capacité discursive verbale élevée; elle a également indiqué que la capacité de réélaborer les structures narratives formelles est relative à l’aisance verbale et que l’aisance verbale est relative au développement cognitif, puisque les enfants qui démontraient des difficultés à comprendre le script des récits sont les mêmes qui s’exprimaient plus difficilement oralement et par conséquent par écrit; et que l’apprentissage des enfants des écoles publiques ont présenté une plus grande évolution que ceux des écoles privées considérées. Ainsi, le développement cognitif démontré par la capacité de reconstituer les récits selon une suite logique respectant la causalité, aussi bien oralement que par écrit, est relatif à l’appropriation du langage par les sujets et ne dépend pas du niveau socio-économique des familles des enfants suivis, mais il est en corrélation avec le travail pédagogique des écoles, ainsi qu’à la singularité de chaque enfant.pt_BR
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