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dc.contributor.advisorLins, Daniel Soares-
dc.contributor.authorMenezes, Francisca Rosália Silva-
dc.date.accessioned2014-03-10T11:00:28Z-
dc.date.available2014-03-10T11:00:28Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationMENEZES, Francisca Rosália Silva. Assim falou Zaratustra – aprendizagem experimental e nomadismo estético. 2011. 198f. – Tese (Doutorado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Educação Brasileira, Fortaleza (CE), 2011.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/7581-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherwww.teses.ufc.brpt_BR
dc.subjectAesthetics nomadicpt_BR
dc.subjectExperimental learningpt_BR
dc.subjectNietzsche, Friedrich Wilhelm, 1844-1900. Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém – Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectArte e filosofiapt_BR
dc.subjectAprendizagem experimentalpt_BR
dc.subjectArtes cênicaspt_BR
dc.titleAssim falou Zaratustra – aprendizagem experimental e nomadismo estéticopt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.description.abstract-ptbrPretendeu-se, com esta tese, em primeiro lugar apresentar uma análise interpretativa da obra Assim falou Zaratustra, do filósofo alemão F. W. Nietzsche. Nossa intenção é detectar na obra, as possibilidades de encontro e transbordamentos possíveis entre arte e filosofia como procedimento estético de composição próprio do filosofar nietzschiano. Em Zaratustra, Nietzsche põe em relevo seus conceitos mais fundamentais, sendo que, estes conceitos não são conduzidos de modo sistemático e argumentativo, modelo instituído pela tradição ocidental de pensamento. Nietzsche aciona em Zaratustra, um jogo de estratégias e procedimentos estilísticos que transforma a obra numa composição artística em conceitos. Partindo dessa perspectiva, foi possível dar início as correspondências entre os múltiplos eixos que a obra se filia. A obra é rica em possibilidades de interpretação, mas o que percebemos em primeira mão foi seu indiscutível potencial cênico. Os conceitos Morte de Deus, Niilismo, Além-do-homem, Vontade de poder e Eterno retorno, são, segundo o viés interpretativo que nos filiamos nesta tese, expostos através de uma composição cênica que revela um traçado lúdico entre os mesmos. Desse modo, Nietzsche realiza sua estética nômade, quando embaralha as linhas rígidas que separam arte e filosofia, conduzindo seus conceitos por via de uma arquitetura cênica. Nesse sentido, Nietzsche, através de seu Zaratustra compõe uma obra que imbrica sem elos subordinativos, materiais cênicos e conceituais. É o que pretendemos demonstrar ao apresentar cada um de seus conceitos como máscara que perpassa todos os campos situacionais dispostos na obra. Os conceitos não estão centrados exclusivamente na ação narrativa do protagonista, mas em eixos múltiplos que se interligam. Os discursos do personagem central, os lugares geográficos, a dimensão histórica e psicológica, são todos componentes de uma cena que manifesta uma ácida crítica do filósofo à dimensão cultural-valorativa da civilização ocidental, ao mesmo tempo em que formam a urdidura estético-conceitual da obra. Essas constatações que aconteceram no decorrer da pesquisa tornou possível realizar aquilo que denominamos de Aprendizagem experimental, esta se concretizou através de um recorte cênico, intitulado Entreatos.pt_BR
dc.title.enThus Spake Zarathustra: experiential learning and aesthetic nomadismpt_BR
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