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dc.contributor.advisorCruz, Sílvia Helena Vieira-
dc.contributor.authorSchramm, Sandra Maria de Oliveira-
dc.date.accessioned2013-10-10T14:12:49Z-
dc.date.available2013-10-10T14:12:49Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.citationSCHRAMM, Sandra Maria de Oliveira. A construção do eu no contexto da educação infantil: influências da escola e a perspectiva da criança sobre esse processo. 2009. 269f. – Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Educação, Programa de Pós-graduação em Educação Brasileira Fortaleza-CE, 2009.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/6121-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherhttp://www.teses.ufc.br:pt_BR
dc.subjectEducaçao Pre-Escolarpt_BR
dc.subjectEducação Infantilpt_BR
dc.subjectInfância, Desenvolvimento Infantilpt_BR
dc.subjectSubjetividadept_BR
dc.subjectAnálise de Interação em Educaçãopt_BR
dc.subjectProfessores de Educação pré-escolar - Formação - Fortaleza(CE)pt_BR
dc.subjectProfessores de Educação pré-escolar - Fortaleza(CE) - Atitudespt_BR
dc.subjectCrianças - Desenvolvimento - Fortaleza(CE)pt_BR
dc.subjectProfessores e Alunos - Fortaleza(CE)pt_BR
dc.subjectAmbiente de Sala de aula - Fortaleza(CE)pt_BR
dc.subjectÉducation Enfantinept_BR
dc.subjectEnfancept_BR
dc.subjectDévéloppement Enfantinpt_BR
dc.subjectSubjectivitépt_BR
dc.titleA construção do eu no contexto da educação infantil: influências da escola e a perspectiva da criança sobre esse processopt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.description.abstract-ptbrA presente pesquisa foi realizada com o objetivo de compreender como a pré-escola está contribuindo para que a criança se construa como sujeito, tendo como um dos focos a escuta das crianças sobre esse processo. O referencial teórico básico foi a abordagem psicogenética de Henri Wallon, mas buscou-se também fundamentação na perspectiva de Michel Foucault acerca do poder disciplinar, na Sociologia da Infância e na Psicanálise. A investigação empírica aconteceu numa instituição da rede municipal de ensino de Fortaleza, onde vinha sendo desenvolvido há três anos um trabalho de investigação e desenvolvimento profissional contextualizado e teve como foco uma classe de crianças de 5 anos da Educação Infantil. A pesquisa situou-se no enfoque qualitativo e consistiu de um estudo de caso. Diversos instrumentos foram utilizados na coleta de dados: observação, entrevistas e consulta a documentos. Foram definidas três categorias a partir das fases do estágio personalista proposto por Wallon, a saber: oposição, sedução e imitação como focos de observação e de filmagens, o que possibilitou que cenas de cada categoria fossem captadas e utilizadas em entrevistas de explicitação com a professora e com um grupo de seis crianças. A análise dos dados revelou que as práticas pedagógicas e os estilos de interação estabelecidos na escola parecem prejudicar as possibilidades de expansão de potencialidades pelas crianças, na medida em que elas são pouco escutadas, pouco desafiadas e pouco incentivadas a criar, opinar ou participar ativamente da dinâmica escolar. Foram percebidas ocorrências mínimas de conflitos entre as crianças e entre as crianças e a professora. As situações de oposição, em geral, eram inibidas pela professora antes de se transformarem em conflitos, configurando um ambiente pouco propiciador à diferenciação. Foram identificados momentos significativos para o exercício da sedução pelas crianças, ocasiões necessárias para se sentirem valorizadas. O modelo expositor e disciplinar das aulas da professora manifestou-se nas imitações das crianças e foi por elas identificado como algo difícil de ser suportado. A escola parece estar contribuindo, prioritariamente, para a constituição de um sujeito submisso, dependente, passivo, pouco crítico e pouco criativo. A excessiva tônica no controle disciplinar contribui para a produção de um determinado tipo de individualidade: sujeitos “assujeitados” a uma sempre real ou suposta autoridade. No entanto, a insubordinação também se manifesta e as crianças demonstram sinal de protesto em situações onde se sentem injustiçadas, embora mais frequentemente de forma camuflada. As respostas das crianças, no geral, apontam que elas introjetaram o discurso disciplinar da escola, mas também revelam competência em manifestar o mal estar que sentem em diversas situações escolares. As falas das crianças também sugerem que a escola raramente oferece momentos de prazer e alegria. Concepções arraigadas sobre infância e compartilhadas socialmente parecem embasar a postura disciplinadora da professora e ajudam a compreender suas ações traduzidas em expresso compromisso com a aprendizagem das crianças, zelo nos cuidados com a integridade física delas, mas pouca atenção às suas manifestações emotivas relativas a sofrimento psicológico. No percurso metodológico da pesquisa, sem intenção interventiva, a professora revelou ter tomado consciência de ações inadequadas em sua conduta, o que fortalece a idéia de que um trabalho constante, onde as professoras pudessem compartilhar experiências e refletir sobre a prática docente que desenvolvem, teria um impacto positivo no trabalho delaspt_BR
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