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Tipo: Artigo de Periódico
Título: Predação de Mellita quinquiesperforata (Clarck, 1940) (Echinodermata: Echinoidea) por jovens de Cassis tuberosa Linnaeus, 1758 (Mollusca: Gastropoda), em condições de laboratório
Título em inglês: Predation by young Cassis tuberosa linnaeus, 1758 (Mollusca: gastropoda) on mellita quinquiesperforata (Clarck, 1940) (Echinodermata:Echinoidea), under laboratory conditions
Autor(es): Pequeno, Ana Paula Leite Cavalcante
Cascon, Helena Matthews
Palavras-chave: Espécie- Echinodermata;Espécie- Echinoidea.;Espécie -Mollusca
Data do documento: 2001
Instituição/Editor/Publicador: Arquivo de Ciências do Mar
Citação: PEQUENO, Ana Paula Leite Cavalcante; CASCON, Helena Matthews. Predation by young Cassis tuberosa linnaeus, 1758 (Mollusca: gastropoda) on mellita quinquiesperforata (Clarck, 1940) (Echinodermata:Echinoidea), under laboratory conditions. Arquivo de Ciências do Mar. Fortaleza, v. 34. n. 1-2, p.83-85. 2001
Resumo: Na praia de Redonda, Município de Icapuí (Estado do Ceará), encontram-se frequentemente jovens indivíduos de Cassis tuberosa Linnaeus, 1758 predando Mellita quinquiesperforata (Clarck, 1940). Neste trabalho foi analisado o comportamento predatório de indivíduos jovens de C. tuberosa sobre M. quinquiesperforata . Os predadores e as presas foram coletados na faixa intertidal e levados para laboratório. Cada Cassis tuberosa jovem foi colocado com vinte indivíduos adultos de Mellita quinquiesperforata em um aquário de 60 litros. Durante o experimento o número de presas consumidas foi registrado e os indivíduos predados eram repostos. Este experimento durou um mês e foi replicado cinco vezes sob temperatura de 28ºC. Foram registradas a posição e as dimensões dos orifícios causados pela predação de C. tuberosa sobre M. quinquiesperforata. Os orifícios mediam de 4 a 5 mm de diâmetro e tinham marcas da rádula em suas bordas. Foi encontrada, em cada presa, uma mancha escura ao redor do orifício, provavelmente devido à reação do no carbonato de cálcio da carapaça da presa ao ácido sulfúrico do predador. Não foi observada estatisticamente preferência na predação entre o lado aboral e o oral da presa, mas a maioria da predação ocorreu na superfície oral próxima da boca. O mecanismo de defesa da presa observado foi baseado em estratégias comportamentais, tais como fuga.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/54396
ISSN: 0374-5686
2526-7639 (online)
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