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Tipo: TCC
Título : Substituição da farinha de peixe pelo farelo de soja em dietas para juvenis co camarão branco, Litopenaeus vannamei, suplementadas com aminoácidos.
Autor : Silva, Natália Pereira
Tutor: Nunes, Alberto Jorge Pinto
Co-asesor: Soares Filho, Aldeney Andrade
Palabras clave : L. vannamei;cultivo de camarão;desempenho zooténico;ingrediente vegetal
Fecha de publicación : 2019
Citación : SILVA, Natália Pereira. Substituição da farinha de peixe pelo farelo de soja em dietas para juvenis co camarão branco, Litopenaeus vannamei, suplementadas com aminoácidos. 2019. 34. f. Monografia (Graduação em Engenharia de Pesca)-Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019.
Resumen en portugués brasileño: Em rações para camarões marinhos, uma das principais fontes proteicas é a farinha de peixe. Este trabalho teve por objetivo utilizar o farelo de soja como substituto para farinha de peixe em quatro dietas, avaliando o desempenho zootécnico de juvenis do camarão L. vannamei. Inicialmente, foi formulada uma dieta basal contendo 18,00% (% da dieta, base natural) de farinha de peixe e 20,02% de farelo de soja. A partir da dieta basal, três outras dietas foram formuladas, reduzindo a inclusão de farinha de peixe para 12, 6 e 0%. As dietas foram balanceadas para se apresentarem isoprotéicas e isocalóricas, com a suplementação dos aminoácidos cristalinos DL-Metionil-DL-Metionina, L-Lisina, L-Treonina, L-Triptofano e L- Arginina. Um total de 330 camarões com 4,46 ± 0,73 g foram transferidos para os 22 tanques de 61 L cada na densidade de 75 camarões/m2 (15 camarões por tanque). Os camarões foram alimentados ad libitum diariamente às 08:20, 13:00 e 16:00 h. Após 93 dias de cultivo, a salinidade, pH e temperatura da água de cultivo apresentaram uma média entre tratamentos em relação a esses parâmetros zootécnicos (± DP) de 29 ± 4 g/L (n = 180), 7,2 ± 0,3 (n = 180) e 27,7 ± 0,6oC (n = 180). A sobrevivência final alcançou 87,0 ± 7,8% e não foi afetada pelo tratamento dietético. Os camarões alimentados com a dieta sem farinha de peixe ou com 100% de substituição apresentaram um peso corporal final significativamente menor (12,75 ± 0,68 g) comparado às demais dietas. Entretanto, não foi observada diferença estatística no peso corporal final dos camarões quando a farinha de peixe foi reduzida em até 67%. O ganho de produtividade, o consumo alimentar aparente e o fator de conversão alimentar alcançaram médias de 561 ± 65 g/m2, 19,7 ± 1,5 g/camarão e 2,66 ± 0,35. Não foi possível detectar diferenças estatísticas nesses parâmetros zootécnicos (P > 0,05). Os resultados indicam que é possivel substituir a proteina da farinha de peixe pela proteina do farelo de soja em até 67%, desde que as dietas sejam devidamente suplementadas com aminoácidos cristalinos e que mantenham um equilibrio em outros nutrientes essencias e na palatabilidade.
Abstract: In marine shrimp feeds, one of the main sources of protein is fishmeal. This work aimed to evaluate the zootechnical performance of juvenile shrimp L. vannamei. Initially, a basal diet containing 18.00% fishmeal (% of diet, as is basis) and 20.02% soybean meal was formulated. From the basal diet, three other diets were designed, reducing the dietary inclusion of fishmeal to 12, 6 and 0%. Diets were balanced to be isonitrogenous and isocaloric, with the supplementation of the crystalline amino acids DL-Methionyl-DL-Methionine, L-Lysine, L- Threonine, L-Tryptophan and L-Arginine. A total of 330 shrimp of 4.46 ± 0.73 g were transferred to 22 tanks of 61 L each at 75 shrimp/m2 (15 shrimp per tank). Shrimp were fed daily ad libitum at 08:20 am, 01:00 pm and 04:00 pm. After 93 days of rearing, water salinity, pH and temperature reached a mean (± SD) of 29 ± 4 g/L (n = 180), 7.2 ± 0.3 (n = 180) and 27,7 ± 0.6°C (n = 180). Final shrimp survival reached 87.0 ± 7.8% and was unaffected by dietary treatment. Shrimp fed the diet without fishmeal or with 100% substitution achieved a significantly lower final body weight (12.75 ± 0.68 g) compared to those fed other diets. However, no statistical difference was observed in the final body weight of shrimp when fishmeal was reduced by 67%. Gain in shrimp yield, apparent feed intake and feed conversion ratio reached a mean of 561 ± 65 g/m2, 19.7 ± 1.5 g/shrimp and 2.66 ± 0.35. It was not possible to detect statistical differences in parameters (P > 0.05). Results indicated it is possible to replace protein from fishmeal protein from soybean meal by 67% provided that the diets are adequately supplemented with crystalline amino acids, maintain a balance in other essential nutrients and in terms of palatability.
URI : http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/50500
Aparece en las colecciones: ENGENHARIA DE PESCA - Trabalhos Acadêmicos

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