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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorFerreira, Maria Edilania Matos Ferreira-
dc.contributor.authorSilva, Natasha Tuanny Lopes-
dc.contributor.authorLucena, Tácito Saraiva de Sousa-
dc.contributor.authorSampaio, Daniela Dias Furlani-
dc.date.accessioned2019-12-17T10:43:29Z-
dc.date.available2019-12-17T10:43:29Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationFERREIRA, Maria Edilania Matos Ferreira; SILVA, Natasha Tuanny Lopes; LUCENA, Tácito Saraiva de Sousa; SAMPAIO, Daniela Dias Furlani. Escolarização de pessoas em cumprimento de penas alternativas: uma prática inclusiva promotora de cultura de paz. In: MATOS, Kelma Socorro Alves Lopes de (Org.). Cultura de paz, ética e espiritualidade IV. Fortaleza, CE: Edições UFC, 2014. p. 161-176.pt_BR
dc.identifier.isbn978-85-7282-602-0-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/48645-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEdições UFCpt_BR
dc.subjectCultura de Pazpt_BR
dc.subjectRessocializaçãopt_BR
dc.subjectInclusão Socioedutativapt_BR
dc.titleEscolarização de pessoas em cumprimento de penas alternativas: uma prática inclusiva promotora de cultura de pazpt_BR
dc.typeCapítulo de Livropt_BR
dc.description.abstract-ptbrO objetivo do presente trabalho consiste na articulação possível entre práticas inclusivas e a escolarização enquanto cumprimento de pena alternativa, bem como os impactos que esta ação pedagógica tem na promoção de uma Cultura de Paz. De acordo com Rocher (1981, p.85), a socialização é um: [...] processo pelo qual ao longo da vida a pessoa humana aprende e interioriza os elementos sócio-culturais do seu meio, integrando-os na estrutura de sua personalidade sob a influência de experiências de agentes sociais significativos, e adaptando-se assim ao ambiente social em que deve viver. Partindo desse pressuposto, a ressocialização nada mais é do que uma nova tentativa do estado de possibilitar aos sujeitos apenados elementos socioculturais que desempenham um papel-chave no que diz respeito ao entendimento das leis. Tais elementos serão regulados por instituições como escola, trabalho, família. Compreendemos, portanto, que não existe uma causa para a criminalidade, mas fatores que falharam na sua execução e contribuem para isso. Entendemos que investir em projetos que trabalhem na ressocialização desses sujeitos é papel do Estado.[...]pt_BR
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