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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/46259Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Vilela, Mário Augusto do Quinteiro | - |
| dc.date.accessioned | 2019-09-27T18:34:23Z | - |
| dc.date.available | 2019-09-27T18:34:23Z | - |
| dc.date.issued | 1999 | - |
| dc.identifier.citation | VILELA, Mário Augusto do Quinteiro. O ensino da língua na encruzilhada das normas. Revista do Gelne, Fortaleza (CE), ano 1, n. 2, p. 91-104, 1999. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 1517-7874 | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/46259 | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Revista do GELNE (Grupo de Estudos de Estudos Linguísticos do Nordeste) | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Língua portuguesa - Estudo e ensino | pt_BR |
| dc.subject | Prescritivismo (Linguística) | pt_BR |
| dc.subject | Descritivismo (Linguística) | pt_BR |
| dc.subject | Teoria e análise linguística | pt_BR |
| dc.title | O ensino da língua na encruzilhada das normas | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | Vou construir as minhas reflexões à volta de três afirmações produzidas recentemente (Julho-Agosto de 1998) na imprensa escrita brasileira. A primeira (a), colocada na boca do Presidente da Academia Brasileira de Letras («Isto é», nº 1504,29.7.98), Gustavo Niskier, a outra («Isto é», 1506,12.8.98), (b), colocada na boca de quem apresenta apalavra como algo que transcende a própria comunicação, a terceira, (c), formulada por um professor (Luiz Antônio Ferreira, in: «Educação», 62, Julho1998) de língua portuguesa e bem mais abrangente e questionadora. As afirmações são as seguintes: a) «Falar nossa língua corretamente é hoje um exercício patriótico» b) «é com a palavra que a pessoa se coloca no mundo». c) «O objetivo da escola é criar condições para a aprendizagem do português padrão, e como este – normalmente – não é aquele trazido pelos alunos, começam os conflitos. Na base do moderno raciocínio pedagógico... é preciso ser poliglota em nossa própria língua. Assim usuário precisa ser capaz de usar a língua com propriedade nas diversas situações de comunicação. À Escola, portanto, caberia a missão de propiciar o contacto do aluno com a maior variedade possível de situações de interação comunicativa, caberia ampliar a capacidade de análise e produção de textos ligados aos vários tipos de situação de enunciação... O perigo [do ensino da gramática] é ampliar um preconceito antigo de que tudo o que foge ao padrão culto é “errado” [...]. | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | DLV - Artigos publicados em revistas científicas | |
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| 1999_art_maqvilela.pdf | 146,13 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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