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dc.contributor.authorBenites, Flávio Roberto Gomes-
dc.date.accessioned2018-06-26T14:36:21Z-
dc.date.available2018-06-26T14:36:21Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationBenites, F. R. G. (2017)pt_BR
dc.identifier.issn2237-6321 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/33178-
dc.descriptionBENITES, Flávio Roberto Gomes. Eufemismos e representações identitárias em fronteiras migratórias. Revista Entrepalavras, Fortaleza, v. 7, n. 2, p. 283-296, ago./dez. 2017.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrepalavraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLínguapt_BR
dc.subjectIdentidadept_BR
dc.subjectMigraçãopt_BR
dc.subjectLanguept_BR
dc.titleEufemismos e representações identitárias em fronteiras migratóriaspt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA partir de enunciados com termos que remetem à maneira eufemística de dizer, este texto tem por objetivo fazer uma discussão a respeito da construção identitária de migrantes gaúchos e autóctones no Estado de Mato Grosso. Embora tenhamos realizado entrevistas com gaúchos e cuiabanos, neste artigo, atemo-nos a recortes derivados do primeiro grupo, nos quais o entrevistado tece comparações entre o gaúcho dito autêntico e o cuiabano, enfatizando as questões do nascimento, da descendência, enfim, da origem. Para este intento, tomamos como pressuposto teórico a Análise do Discurso de origem francesa e uma problematização sobre a territorialidade a fim de, então, relacionarmos essas vertentes teóricas com as questões identitárias. Nos fragmentos que trazemos à baila, os resultados da análise mostram que, em muitas situações, os migrantes gaúchos, na tentativa de minimizar a representação negativa que têm/fazem do nativo, empregam uma linguagem eufemizada que lhes possibilita (re)velar as (in)certezas sobre o outro.pt_BR
dc.title.enEuphémismes et représentation identitaires dans les frontières migratoirespt_BR
dc.description.abstract-frÀ partir des énoncés avec des termes qui font référence à la façon euphémique de dire, ce texte vise à faire une discussion sur la construction identitaire des migrants gaúchos (sudiste) et des authoctones dans l’État du Mato Grosso (Brésil). Bien que nous avons fait des entrevues avec des gaúchos et cuiabanos (habitants de la capital du l’État, Cuiabá), dans cet article, nous nous focalisons dans les coupures provevant du premier groupe, dans lesquels la personne interrogée fait des comparaisons entre le gaúcho dit authentique et le cuiabano, soulignant des questions de naissance, de l’ascendance, enfin, de l’origine. À cette fin, nous prenons comme base théorique l’Analyse du Discours française et une discussion à propos de la territorialité pour, alors, relier ces domaines à la problématique de l’identité. Dans les fragments que nous avons choisi, les résultats de l’analyse montrent que, dans de nombreux cas, les migrants gaúchos, dans une tentative de réduire au minimum les effets négatifs qui ont/font du natif, emploient d’euphémisme pour leur permet de (dé)voiler les (in)certitudes sur l’autre.pt_BR
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