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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorVasconcelos, Alessandra Carvalho de-
dc.contributor.authorMenezes, Isadora Furtado-
dc.date.accessioned2018-04-16T13:14:18Z-
dc.date.available2018-04-16T13:14:18Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationMENEZES, Isadora Furtado. Discutindo a relação entre a Internacionalização e o desempenho no contexto brasileiro: análise das maiores companhias abertas do Brasil. 2014. 17 p. TCC (graduação em Ciências Contábeis) - Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade, Fortaleza-CE, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/31041-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDesempenhopt_BR
dc.subjectEmpresaspt_BR
dc.subjectGlobalizaçãopt_BR
dc.titleDiscutindo a relação entre a Internacionalização e o desempenho no contexto brasileiro: análise das maiores companhias abertas do Brasilpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrObjetivou-se analisar, neste estudo, a interação entre as estratégias de internacionalização e o desempenho, especificamente no grupo das maiores companhias de capital aberto do Brasil, de acordo com a Revista Exame Melhores e Maiores (Edição 2013), tomando-se a abordagem contingencial como pressuposto teórico básico à adaptação rumo ao desempenho. Descritivo, documental e sob abordagem quantitativa, foram empregados o Teste de Mann-Whitney e a Análise de Correspondência (Anacor). Foi demandada a realização de análise de conteúdo à etapa de coleta dos dados referentes às estratégias de internacionalização. Consideraram-se como variáveis da inserção internacional das firmas: (i) internacionalização do capital social; (ii) internacionalização das receitas; (iii) internacionalização dos mercados; e (iv) a emissão de ADRs como meio de internacionalização. Ao desempenho, empregaram-se os retornos: (i) dos ativos – Return on Assets (ROA); e (ii) do patrimônio líquido – Return on Equity (ROE). A amostra abarcou 99 empresas, tendo como período de análise o ano de 2012. Os resultados demonstraram que: (i) há diferentes graus de inserção internacional pelas empresas, sendo a dispersão geográfica das instalações a estratégia mais frequente e a emissão de ADRs a menos comum; (ii) São distintas e acentuadas as discrepâncias de desempenho, comparando-se empresas exclusivamente nacionais e empresas internacionalizadas, sendo significativas essas diferenças no escopo das estratégias de internacionalização do capital, exportação e emissão de títulos ao mercado norte-americano; (iii) Considera-se haver associação negativa, entre os graus de inserção internacional e os retornos das empresas brasileiras analisadas. Conclui-se que, no contexto brasileiro, a elevada inserção internacional da empresas, devido a inúmeros fatores adaptativos, pode estar resultando na corrosão do desempenho.pt_BR
Aparece en las colecciones: CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Monografias

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