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dc.contributor.authorFranceschini, Lucelene Teresinha-
dc.date.accessioned2017-07-26T14:45:30Z-
dc.date.available2017-07-26T14:45:30Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationFranceschini, L. T. (2014)pt_BR
dc.identifier.issn2237-6321 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/24282-
dc.descriptionFRANCESCHINI, Lucelene Teresinha. Variação pronominal e escolaridade. Revista Entrepalavras, Fortaleza, ano 4, v. 4, n. 2, p. 78-89, jul./dez. 2014.pt_BR
dc.description.abstractIn the present study, the influence of scholarity in the use of the personal pronouns nós/a genteand tu/você was analyzed in the speech of speakers from Concórdia - SC. The study was based on theoretical assumptions of Variationist Sociolinguistics. Data was gathered from 24 interviews that were conducted between 2007 and 2010. The sample was distributed among two age groups (26-45 years, 50 years or older); gender (male and female ) and three levels of education (elementary I; elementary II and high school). Statistical analysis was performed with the software VARBRUL (PINTZUK, 1988). Results showed opposite trends regarding the use of pronouns and scholarity level. Those participants with higher educational levels (high school) prefered to use the canonical pronoun nós, while the innovative form a gente prevailed among elementary I and II. Meanwhile, the use of the innovative pronoun você prevailed among more educated speakers (high school), while less schooled (elementary I and II) made greater use of the canonical pronoun tu.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrepalavraspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSociolinguísticapt_BR
dc.subjectVariação pronominalpt_BR
dc.subjectEscolaridadept_BR
dc.subjectSociolinguisticpt_BR
dc.titleVariação pronominal e escolaridadept_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNeste artigo analisamos a influência da variável escolaridade no uso dos pronomes pessoais nós/a gente e tu/você no falar de Concórdia – SC. Este estudo está apoiado, especialmente, nos pressupostos teóricos da Sociolinguística Variacionista. A amostra foi constituída por 24 entrevistas, coletadas entre os anos de 2007 e 2010 e distribuídas por duas faixas etárias(26 a 45 anos, 50 anos ou mais); sexo (masculino, feminino); e três níveis de escolaridade (fundamental I, fundamental II, ensino médio). Para a análise estatística dos dados coletados foi utilizado o pacote de programas VARBRUL (PINTZUK, 1988). Os resultados da variável escolaridade apresentaram tendências opostas: na análise de nós/a gente, os falantes com nível mais elevado de escolaridade, o nível médio, favoreceram o pronome canônico nós, enquanto no nível fundamental I e II, o uso da forma inovadora a gente predominou; já na variação tu/você,o uso do pronome inovador você predominou entre os falantes mais escolarizados, enquanto os menos escolarizados fizeram maior uso do pronome canônico tu.pt_BR
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