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dc.contributor.authorBitencourt, Celeste Deográcias de Souza-
dc.date.accessioned2017-03-21T12:25:39Z-
dc.date.available2017-03-21T12:25:39Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationBitencourt, C. D. S. (2015)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/22314-
dc.descriptionBITENCOURT, Celeste Deográcias de Souza. Transição socialista em Mészáros: “transcender”/ superar a montanha – o trabalho assalariado, o capital e o estado. Revista Dialectus, Fortaleza, ano 2, n. 7, p. 48-67, set./dez. 2015.pt_BR
dc.description.abstractReading the book of the hungarian philosopher István Mészáros, published in Brazil in 2015 the mountain that we conquer: reflections on the state motivated us to present our reflections. We aimed to expose our understanding that this last title the focus on "critical radical socialist state" is articulated with all the author's previous production. We adopted the reading procedure and immanent analysis of the text apprehending the author reaffirms the totalitarian and radical perspective that adopts the approach not only this, but also several other burning issues of human life, put into relief in his works. We understand that his "radical critique of the foundations of the state" is within the framework of "global structural crisis of the capital system." The author analyzes this crisis affects all the main breeding institutions of the system, among them the State. The active systemic crisis the absolute insurmountable limits in the current social order. So transpires the historical anachronism of the capital system, whose stay generates destruction in all key areas of the production and social reproduction process. Threatens humanity by structural unemployment; by wars; by destructive production itself and the environmental conditions essential for the reproduction of human life. Against these inhumanities Mészáros advocates that the current challenge is "socialism or barbarism". Therefore, the need and possibility of socialist alternative demand "conquer" (transcending / overcome) the "mountain" (understood as the capital system itself on its pillars: alienated labor, capital and state) to implement genuine project of Marx: the freely associated labor, the abolition of capital and withering away of the state, ie the abolition of all "mediations second order" imposed by the capitalist system. We conclude that in Mészáros perspective, for this project to be successful, a theory of socialist transition it is necessary, and the conscious and organized action of Labor. For this, Mészáros contributes presenting the socialist guiding principles and proposes the articulation of a New International, to organize and unify the working class internationally around a "socialist offensive".pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectCapitalpt_BR
dc.subjectEstadopt_BR
dc.subjectTransição socialistapt_BR
dc.subjectEmancipação humanapt_BR
dc.titleTransição socialista em Mészáros: “transcender”/ superar a montanha – o trabalho assalariado, o capital e o estadopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA leitura do livro do filósofo húngaro István Mészáros, lançado no Brasil em 2015, A montanha que devemos conquistar: reflexões acerca do Estado, motivou-nos a apresentar nossas reflexões. Objetivamos expor nosso entendimento de que esse último título, ao centrarse na “crítica socialista radical do Estado”, articula-se com toda a produção anterior do autor. Adotamos o procedimento de leitura e análise imanente do texto, apreendendo que o autor reafirma a perspectiva totalizante e radical que adota na abordagem não só dessa, mas também de várias outras temáticas candentes da vida humana, postas em relevo em suas obras. Compreendemos que sua “crítica radical dos fundamentos do Estado”, insere-se no quadro de “crise estrutural global do sistema do capital”. O autor analisa que essa crise atinge todas as principais instituições de reprodução do sistema, entre estas o Estado. A crise sistêmica ativa os limites absolutos insuperáveis na atual ordem social. Assim, transparece o anacronismo histórico do sistema do capital, cuja permanência é geradora de destruição em todos os âmbitos fundamentais do processo de produção e reprodução social. Ameaça a humanidade pelo desemprego estrutural; pelas guerras; pela produção destrutiva em si e das condições ambientais indispensáveis à reprodução da vida humana. Frente a estas desumanidades Mészáros defende que o desafio atual é “socialismo ou barbárie”. Portanto, a necessidade e possibilidade da alternativa socialista demanda “conquistar” (“transcender”/superar) a “montanha” (entendida como o próprio sistema do capital em seus pilares: trabalho assalariado, capital e Estado) para implementar o projeto genuíno de Marx: do trabalho livremente associado, da erradicação do capital e fenecimento do Estado, ou seja, a superação de todas as “mediações de segunda ordem” impostas pelo sistema do capital. Concluímos que na perspectiva de Mészáros, para esse projeto ser bem sucedido, faz-se necessário uma teoria da transição socialista, e a ação consciente e organizada do Trabalho. Para tal, Mészáros contribui apresentando os princípios orientadores socialistas, e propõe a articulação de uma Nova Internacional, que organize e unifique a classe trabalhadora internacionalmente em torno de uma “ofensiva socialista”.pt_BR
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