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dc.contributor.authorFrischkorn, Horst-
dc.contributor.authorSantiago, Maria Marlúcia Freitas-
dc.date.accessioned2014-10-07T14:40:36Z-
dc.date.available2014-10-07T14:40:36Z-
dc.date.issued2000-
dc.identifier.citationFRISCHKORN, H.; SANTIAGO, M. M. F. Paleoáguas em bacias sedimentares do nordeste. In: JOINT WORLD CONGRESS ON GROUNDWATER, 1., 2000, São Paulo. Anais... São Paulo: ABAS, 2000.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/9329-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherJoint World Congress on Groundwaterpt_BR
dc.subjectPaleoáguaspt_BR
dc.subjectIsótopos ambientaispt_BR
dc.subjectÁguas subterrâneaspt_BR
dc.titlePaleoáguas em bacias sedimentares do nordestept_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO uso de isótopos ambientais em áreas do nordeste permitiu identificar uma mudança no paleoclima da região a cerca de 10.000 anos antes de hoje. Embora a Bacia Sedimentar Maranhão – Piauí, por suas características de confinamento, tenha melhor preservado a marcação climática, foi possível observar, mesmo parcialmente, a mudança climática marcada nas águas da Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte e na Bacia sedimentar do Cariri, no sul do Estado do Ceará. Os resultados mostram que estas paleoáguas são provenientes de um regime climático mais favorável para recarga que o atual e que a sua explotação significa a “mineração” de um recurso não renovável.pt_BR
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