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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/87044| Tipo: | TCC |
| Título: | Análise tomográfica da morfologia orbitária e sua relação com a estimativa de idade: uma revisão de literatura |
| Autor(es): | Sampaio, Eduardo Ribeiro |
| Orientador: | Costa, Fábio Wildson Gurgel |
| Palavras-chave em português: | Estimativa da Idade pelo Esqueleto;Órbita;Tomografia Computadorizada por Raios X |
| Palavras-chave em inglês: | Age Determination by Skeleton;Orbit;Tomography, X-Ray Computed |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA::RADIOLOGIA ODONTOLOGICA |
| Data do documento: | 2026 |
| Citação: | SAMPAIO, Eduardo Ribeiro. Análise tomográfica da morfologia orbitária e sua relação com a estimativa de idade: uma revisão de literatura. 2026. 41 f. Monografia (Graduação em Odontologia) - Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2026. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/ 87044. Acesso em: 08 jul. 2026. |
| Resumo: | A órbita destaca-se na Antropologia Forense por apresentar alterações associadas ao envelhecimento, podendo auxiliar na identificação humana pela estimativa de idade. Objetivo: Mapear e sintetizar a evidência científica sobre a utilização de medidas morfométricas da cavidade orbitária obtidas por tomografia computadorizada como parâmetros adequados para a estimativa de idade. Metodologia: Foram realizadas buscas extensas nas bases de dados ubMed, EMBASE, Scopus, LILACS, LIVIVO, Web of Science e DOAJ, sem restrições de idioma ou data de publicação, utilizando os descritores DeCS/MeSH "Age Determination by Skeleton", "Multidetector Computed Tomography" e "Orbit", combinados com operadores booleanos. Foram incluídos estudos observacionais e clínicos que avaliaram medidas lineares e volumétricas em tomografias computadorizadas de indivíduos adultos (≥18 anos), excluindo-se aqueles com alterações craniofaciais, revisões, relatos de caso e artigos sem dados demográficos. A seleção foi realizada no EndNote® e Rayyan®, com xtração dos dados em planilhas Excel®. Resultados: Foram incluídos 11 estudos, totalizando 2.612 cavidades orbitárias analisadas. A morfometria orbitária demonstrou alterações mensuráveis com o envelhecimento, como o aumento do volume orbital em mulheres e o alongamento da parede lateral. No entanto, os resultados foram heterogêneos e contraditórios, com forte influência étnica, sexual e metodológica. A precisão do volume orbital isolado foi baixa. Considerações finais: A morfometria orbitária por tomografia computadorizada apresenta potencial como ferramenta complementar para estimativa de idade, mas não como método independente. São necessários estudos longitudinais, multicêntricos e multiétnicos, além da padronização metodológica e validação externa dos modelos preditivos. |
| Abstract: | The orbit stands out in Forensic Anthropology for presenting changes associated with aging and may assist in human identification through age estimation. Objective: To map and synthesize the scientific evidence on the use of morphometric measurements of the orbital cavity obtained by computed tomography as suitable parameters for age estimation. Methods: Extensive searches were performed in the PubMed, EMBASE, Scopus, LILACS, LIVIVO, Web of Science, and DOAJ databases, without language or publication date restrictions, using the DeCS/MeSH terms "Age Determination by Skeleton", "Multidetector Computed Tomography", and "Orbit", combined with Boolean operators. Observational and clinical studies that evaluated linear and volumetric measurements on computed tomography scans of adult individuals (≥18 years) were included, excluding those with craniofacial abnormalities, reviews, case reports, and articles without demographic data. Selection was carried out using EndNote® and Rayyan®, with data extraction into Excel® spreadsheets. Results: Eleven studies were included, totaling 2,612 orbital cavities analyzed. Orbital morphometry demonstrated measurable changes with aging, such as increased orbital volume in women and lengthening of the lateral wall. However, the results were heterogeneous and contradictory, with a strong ethnic, sex‑related, and methodological influence. The accuracy of isolated orbital volume was low. Conclusion: Orbital morphometry by computed tomography shows potential as a complementary tool for age estimation, but not as an independent method. Longitudinal, multicenter, and multi‑ethnic studies are needed, along with methodological standardization and external validation of predictive models. |
| URI: | http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/87044 |
| Currículo Lattes do(s) Autor(es): | http://lattes.cnpq.br/9424661275300418 |
| ORCID do Orientador: | https://orcid.org/0000-0002-3262-3347 |
| Currículo Lattes do Orientador: | http://lattes.cnpq.br/8073141296773246 |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| Aparece nas coleções: | ODONTOLOGIA - Monografia |
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