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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/86620| Tipo: | Dissertação |
| Título: | Correlação da incontinência fecal com parâmetros clínicos, funcionais e anatômicos de pacientes do sexo feminino submetidas à secção da musculatura esfincteriana lisa pós fistulotomia anal e esfincterotomia anal |
| Autor(es): | Mont’Alverne, Ricardo Everton Dias |
| Orientador: | Regadas, Sthela Maria Murad |
| Palavras-chave em português: | Fístula Retal;Fissura Anal;Incontinência Fecal |
| Palavras-chave em inglês: | Rectal Fistula;Fecal Incontinence;Fissure in Ano |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CIRURGIA |
| Data do documento: | 2025 |
| Citação: | MONT’ALVERNE, Ricardo Everton Dias. Avaliação clínica, funcional e anatômica de pacientes do sexo feminino submetidas à secção da musculatura esfincteriana lisa pós fistulotomia anal e esfincterotomia anal. 2025. 58 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Médico-Cirúrgicas) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2025. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/ 86620. Acesso em: 08 jun. 2026. |
| Resumo: | Introdução: A fístula e a fissura anal são doenças benignas que acometem o canal anal, porém podem necessitar de tratamento cirúrgico que inclui a divisão da musculatura esfincteriana interna. Como consequência, os pacientes podem sofrer sequelas que afetam a qualidade de vida de maneira impactante, como a incontinência fecal, sendo pacientes do sexo feminino especialmente susceptíveis. Metodologia: Foram avaliados 63 pacientes do sexo femino submetidos a secção da musculatura esfincteriana interna atráves de fistulotomia anal, 30 pacientes, ou esfincterotomia anal, 33 pacientes. Os pacientes foram avaliados clinicamente através de escore de incontinência, funcionalmente através de manometria anorretal e anatomicamente através de ultrassom endoanal 3D. Resultados: De modo geral, 46% (29/63) dos pacientes se queixaram de sintomas de incontinência fecal após a divisão do esfíncter anal interno, sendo 18 (60%) grupo I e 16 (48%) no grupo II. Porém, a severidade dos sintomas foi similar entre os grupos, sendo a média do escore de 1,6 (0-8) no grupo I e de 2 (0-7) no grupo II. A pressão de repouso diminuiu em ambos os grupos e foram similares entre os grupos no pós-operatório. O comprimento longitudinal e a porcentagem seccionada do musculo esfincter interno foram maiores no grupo I. O comprimento longitudinal do esfíncter anal externo anterior e a distância do esfíncter anal externo mais puborretal foram similares em ambos os grupos. No entanto, o comprimento do Gap — distância entre a borda proximal do esfincter anal externo e borda distal do puborretal — foi significativamente maior no G2. Conclusão: A cirurgia de secção esfincteriana independente da técnica operatória apresenta altos índices de incontinência fecal, porém com severidade dos sintomas baixa. O comprimento do músculo liso seccionado e a porcentagem da musculatura seccionada foram menores em pacientes submetidos à esfinterotomia anal. No entanto, a taxa de incontinência fecal foi similar entre os dois grupos. Esse achado pode ser justificado pelo fato de o gap ter sido mais longo nesse grupo, provocando maior assimetria do canal. |
| Abstract: | Introduction: Anal fistula and anal fissure are benign diseases affecting the anal canal; however, surgical treatment may be required, often involving division of the internal sphincter muscle. As a consequence, patients may experience sequelae that significantly impact their quality of life, such as fecal incontinence, with female patients being particularly susceptible. Methodology: Sixty-three female patients who underwent internal sphincter muscle division through anal fistulotomy (30 patients) or anal sphincterotomy (33 patients) were evaluated. Clinical assessment was performed using a fecal incontinence score, functional assessment by anorectal manometry, and anatomical assessment by 3D endoanal ultrasound. Results: Overall, 46% (29/63) of patients reported symptoms of fecal incontinence after internal anal sphincter division, with 18 (60%) in group I and 16 (48%) in group II. However, the severity of symptoms was similar between groups, with mean scores of 1.6 (0–8) in group I and 2 (0–7) in group II. Resting pressure decreased in both groups and was similar between them postoperatively. The longitudinal length and percentage of the internal sphincter muscle divided were greater in group I. The longitudinal length of the anterior external anal sphincter and the distance between the external anal sphincter and puborectalis muscle were similar in both groups. However, the gap length—the distance between the proximal edge of the external anal sphincter and the distal edge of the puborectalis—was significantly greater in group II. Conclusion: Sphincter division surgery, regardless of the operative technique, is associated with a high rate of fecal incontinence, although the symptom severity remains low. The length and percentage of smooth muscle divided were smaller in patients who underwent anal sphincterotomy. Nevertheless, the rate of fecal incontinence was similar between the two groups. This finding may be explained by the longer gap observed in this group, leading to greater asymmetry of the anal canal. |
| URI: | http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/86620 |
| Currículo Lattes do(s) Autor(es): | http://lattes.cnpq.br/8782715277927310 |
| ORCID do Orientador: | https://orcid.org/0000-0002-9905-6981 |
| Currículo Lattes do Orientador: | http://lattes.cnpq.br/8022426727672340 |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| Aparece nas coleções: | DCIR - Dissertações defendidas na UFC |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| 2025_dis_redmontalverne | Dissertação | 4,27 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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