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dc.contributor.advisorSilva, Jailson Pereira-
dc.contributor.authorFurtado, Danielly dos Santos-
dc.date.accessioned2026-06-01T15:39:52Z-
dc.date.available2026-06-01T15:39:52Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationFURTADO, Danielly dos Santos. Lázaros reclusos: “lepra”, cotidiano e sociabilidades na Colônia Antônio Diogo (1950-1980). 2026. 164 f. Dissertação (Mestrado em História) - Programa de Pós-Graduação em História, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/86549-
dc.description.abstractThe Antônio Diogo Colony was built in 1928 in the city of Redenção with the aim of controlling the endemic "leprosy" disease in the state of Ceará. Over the years, the institution received men and women afflicted with leprosy who were involuntarily interned and who had to reinvent their lives in the face of physical and institutional limitations, despite the suffering caused by the disease and its treatment. This research analyzes letters produced by the inmates between 1950 and 1980, which were found in an archive previously classified as strictly "administrative." These correspondences reveal a little-explored dimension of the leprosarium experience, offering privileged access to the daily lives of the inmates, their social networks, affective bonds, and the power tensions that permeated the context of compulsory internment. This documentation therefore constitutes the guiding thread of the present research: through the voices of the patients themselves, through their self-writing, I problematize how the isolationist policy reshaped sociabilities, identities, and memories in a space designed for separation, but which ended up generating unique forms of coexistence.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleLázaros reclusos: “lepra”, cotidiano e sociabilidades na Colônia Antônio Diogo (1950-1980)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA Colônia Antônio Diogo foi construída em 1928, na cidade de Redenção, com o intuito de controlar a endemia de “lepra” no estado do Ceará, ao longo dos anos a instituição recebeu homens e mulheres acometidos pela lepra que foram internados de forma compulsória e que precisaram reinventar suas vidas diante das delimitações físicas e institucionais e a despeito do sofrimento causado pela doença e seu tratamento. Esta pesquisa analisa cartas produzidas pelo internos entre 1950 e 1980, que foram encontradas inseridas num arquivo antes classificado como estritamente “administrativo”, são correspondências que revelam uma dimensão pouco explorada da experiência no leprosário, ao oferecer acesso privilegiado ao cotidiano dos internos, às suas redes de sociabilidade, vínculos afetivos e às tensões de poder que permeavam o contexto do internamento compulsório. Esta documentação constitui, portanto, o fio condutor da presente pesquisa: por meio das vozes dos próprios doentes, por meio da escrita de si, problematizo como a política isolacionista redesenhou sociabilidades, identidades e memórias num espaço pensado para a separação, mas que acabou gerando formas singulares de convivência.pt_BR
dc.subject.ptbrLeprapt_BR
dc.subject.ptbrEscrita de sipt_BR
dc.subject.ptbrCotidianopt_BR
dc.subject.ptbrSociabilidadespt_BR
dc.subject.ptbrLeprosário Antônio Diogopt_BR
dc.subject.enLeprosypt_BR
dc.subject.enSelf-writingpt_BR
dc.subject.enDaily lifept_BR
dc.subject.enSociabilitypt_BR
dc.subject.enAntônio Diogo Colonypt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/5344091029686074pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/1313713301411205pt_BR
local.date.available2026-06-01-
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