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dc.contributor.advisorFontenele, Juvenia Bezerra-
dc.contributor.authorSantos, Kelly Kaliana dos-
dc.date.accessioned2026-01-05T13:54:51Z-
dc.date.available2026-01-05T13:54:51Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationSANTOS, Kelly Kaliana dos. Avaliação retrospectiva de pacientes com tumores cerebrais recorrentes tratados com vimblastina ou temozolomida em um hospital infantil terciário. 2017. 49 f. Monografia (Graduação em Farmácia) - Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/84055-
dc.description.abstractPediatric brain tumors treatment has evolved considerably in the last twenty years. However, prognosis for children with recurrent malignant brain tumors is usually dreadful. Invariably, the median survival is around 3-4 months. Children with recurrent low grade glioma after multiple chemotherapy/radiotherapy treatment represent a therapeutic challenge. Recently, a phase II clinical trial has shown the utility of weekly vinblastine in the treatment of such cases. Temozolomide is worldwide used as an active agent in patients who have recurrent brain tumors. In this study, a retrospective analysis of medical records was done to evaluate the response to the off-label treatment with vinblastine or temozolomide in patients aging 0-18 years olds with recurrent CNS neoplasms who were treated between January 2007 and December 2012 in a hospital located in Fortaleza, Brazil. Twelve patients received weekly vinblastine (6mg/m2). Median age was 6.2 years. Median follow-up was 44 months, overall survival was 34 months and progression-free survival was 7 months. To the end of this study three patients had not progressed with a follow-up of 30, 42 and 56 months. Additionally, three patients were alive at a follow-up of 41, 44 and 55 months, although they had shown disease progression. Fifteen patients were treated with temozolomide (150mg/ m2 for 5 days with 23 days pause between cycles). Median age was 6.7 years. Median follow-up, overall survival and progression-free survival were rated 36, 9 and 7 months, respectively. To the end of this study, 4 patients had not shown progression with a follow-up of 28, 32, 39 and 48 months. Vinblastine has exhibited activity in controlling recurrent brain tumors in children, especially low-grade glioma and brain stem tumors. One patient with anaplastic ependymoma has shown an incredible long survival. Temozolomide has shown activity against recurrent brain tumors in children. Two patients with recurrent malignant tumors demonstrated a prolonged overall survival. Patients response in this study were similar to those reported in other studies. However, more research is needed in order to determine better treatments to patients with such tumors.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleAvaliação retrospectiva de pacientes com tumores cerebrais recorrentes tratados com vimblastina ou temozolomida em um hospital infantil terciáriopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.co-advisorFélix, Francisco Hélder Cavalcante-
dc.description.abstract-ptbrO tratamento de tumores cerebrais pediátricos evoluiu consideravelmente nos últimos 20 anos. Apesar disso, o prognóstico para tumores cerebrais malignos recorrentes costuma ser extremamente sombrio. Invariavelmente, a mediana de sobrevida não passa de 3 a 4 meses. Crianças com gliomas de baixo grau com recorrência após múltiplos esquemas de quimioterapia/radioterapia também constituem um desafio terapêutico. Recentemente, um ensaio clínico fase II mostrou a utilidade da vimblastina semanal no tratamento de crianças com esse tipo de tumor. A temozolomida é hoje utilizada no mundo inteiro como agente ativo em pacientes com tumores cerebrais recorrentes. Neste estudo, uma análise retrospectiva de prontuários foi realizada, para avaliar a resposta ao tratamento off-label com vimblastina ou temozolomida de pacientes entre 0 a 18 anos com neoplasias recorrentes do Sistema Nervoso Central (SNC), tratados no período de janeiro de 2007 a dezembro de 2012, no Hospital Infantil Albert Sabin. As curvas de sobrevida global e livre de progressão foram calculadas com o método estimador de Kaplan-Meier. Doze pacientes foram tratados com vimblastina (6mg/m2 semanal). A mediana de idade foi 6,2 anos. A mediana de seguimento foi de 44 meses, a mediana de sobrevida global foi de 34 meses e a mediana de sobrevida livre de progressão foi de 7 meses. Até o final deste estudo, 3 pacientes da série não haviam progredido, com 30, 42 e 56 meses de seguimento. Adicionalmente, outros 3 pacientes estavam vivos com 41, 44 e 55 meses de seguimento, apesar de terem apresentado progressão. Quinze pacientes foram tratados com temozolomida (150mg/ m2 por 5 dias com 23 dias de pausa). A mediana de idade foi 6,7 anos. A mediana de seguimento, mediana de sobrevida global e mediana livre de progressão foram de 36, 9 e 7 meses, respectivamente. Até o final deste estudo, 4 pacientes da série não haviam progredido, com 28, 32, 39 e 48 meses de seguimento. A mediana dos pacientes que foram a óbito foi de 6,8 meses. A vimblastina mostrou atividade no controle de tumores cerebrais recorrentes em crianças, em especial gliomas de baixo grau e tumores de tronco focais. Uma paciente com ependimoma anaplásico teve uma resposta inesperada, com sobrevida excepcionalmente longa. A temozolomida mostrou atividade no controle de tumores cerebrais malignos recorrentes em crianças. Dois pacientes com tumores malignos recorrentes apresentaram uma sobrevida global prolongada. As respostas dos pacientes desse estudo foram semelhantes àquelas relatadas na literatura, no entanto, mais estudos são necessários para determinar melhores tratamentos para pacientes com este perfil.pt_BR
dc.subject.ptbrNeoplasias Encefálicaspt_BR
dc.subject.ptbrVimblastinapt_BR
dc.subject.ptbrCriançapt_BR
dc.subject.enBrain Neoplasmspt_BR
dc.subject.enVinblastinept_BR
dc.subject.enChildpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FARMACIApt_BR
dc.description.ptbrEste documento está disponível online com base na Portaria nº 348, de 08 de dezembro de 2022, disponível em: https://biblioteca.ufc.br/wp-content/uploads/2022/12/portaria348-2022.pdf, que autoriza a digitalização e a disponibilização no Repositório Institucional (RI) da coleção retrospectiva de TCC, dissertações e teses da UFC, sem o termo de anuência prévia dos autores. Em caso de trabalhos com pedidos de patente e/ou de embargo, cabe, exclusivamente, ao autor(a) solicitar a restrição de acesso ou retirada de seu trabalho do RI, mediante apresentação de documento comprobatório à Direção do Sistema de Bibliotecas.pt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/7632324661615048pt_BR
local.advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4758-0431pt_BR
local.advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/8074057039410516pt_BR
local.co-advisor.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8398-0993pt_BR
local.co-advisor.latteshttp://lattes.cnpq.br/6162559061981731pt_BR
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