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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorMonteiro Filho, José William Barros-
dc.contributor.authorQueiroz, Vitória Carolina Costa-
dc.date.accessioned2025-08-05T14:17:02Z-
dc.date.available2025-08-05T14:17:02Z-
dc.date.issued2022-
dc.identifier.citationMONTEIRO FILHO, José William Barros; QUEIROZ, Vitória Carolina Costa.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufc.br/handle/riufc/81817-
dc.description.abstractWhat happens to young people who are not adopted and come of age in the foster care system? This question is the starting point of the documentary “A Vida do Lado de Fora”, which talks about the experiences of five young people from foster care houses. In 55 minutes, the film also reflects on the construction of autonomy within foster care and discusses the relationship between racism and non-adoption. The script opts for a humanized narrative, giving prominence to the characters' experiences, but without leaving aside the most objective part - statistics and expert analysis. We chose to make a documentary without voice-over, which flirts with elements of cinema, such as the original soundtrack, color correction and composition of scenes, and television journalism, such as the use of graphics and stripes. The documentary reveals that the reasons that lead young people to remain in the foster care system until 18 years old and the difficulties faced by them after leaving come up against the intersection of social problems typical of the brazilian reality, such as wealth inequality and racism. We also observed that the preparation for leaving the foster care houses lacks in the development of the autonomy of that young people, which requires an extra effort from them to survive and carry out daily activities.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleA vida do lado de forapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrO que acontece com jovens que não são adotados e atingem a maioridade no sistema de acolhimento? Essa pergunta é o ponto de partida do documentário “A Vida do Lado de Fora”, que aborda as vivências de cinco egressos de unidades de acolhimento. Em 55 minutos, o filme também reflete sobre a construção da autonomia dentro dos abrigos e discute a relação entre racismo e não-adoção. O roteiro opta por uma narrativa humanizada, dando protagonismo às vivências dos personagens, mas sem deixar de lado a parte mais objetiva - estatísticas e análises de especialistas. Optamos por realizar um documentário sem voz-off, que flerta com elementos do cinema, como trilha sonora original, correção de cor e composição de cenas, e do telejornalismo, como uso de gráficos e tarjas. O documentário revela que os fatores que levam um jovem a permanecer no sistema de acolhimento até os 18 anos e as dificuldades enfrentadas por eles após a saída esbarram na intersecção de problemas sociais típicos da realidade brasileira, como a má distribuição de renda e o racismo estrutural. Além disso, observamos que a preparação para a saída dos abrigos deixa lacunas no desenvolvimento da autonomia dos jovens egressos, o que requer deles um esforço extra para sobreviver e realizar atividades cotidianas.pt_BR
dc.subject.ptbrSistema de acolhimentopt_BR
dc.subject.ptbrAdoçãopt_BR
dc.subject.ptbrAutonomiapt_BR
dc.subject.ptbrRacismopt_BR
dc.subject.ptbrDocumentáriopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpt_BR
local.author.latteshttp://lattes.cnpq.br/8024333083152332pt_BR
local.date.available2025-08-05-
Aparece en las colecciones: JORNALISMO - Monografias

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