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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/81717Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Gorczevski, Deisimer | - |
| dc.contributor.author | Santos, Laryce Rhachel Martins | - |
| dc.date.accessioned | 2025-07-29T11:59:21Z | - |
| dc.date.available | 2025-07-29T11:59:21Z | - |
| dc.date.issued | 2020 | - |
| dc.identifier.citation | SANTOS, Laryce Rhachel Martins. Escutar e caminhar: modos de experimentar e inventar com a cidade. 2025. 76 f. Dissertação (Mestrado em Artes) - Programa de PósGraduação em Artes, Instituto de Cultura e Artes, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2020. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/81717 | - |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Escutar e caminhar: modos de experimentar e inventar com a cidade | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | Este estudo investiga o co-engendramento das práticas da escuta e do caminhar como modos de experimentar e inventar com a cidade. Parte-se da compreensão de que somos envolvidos por uma profusão de sons e que nossos ouvidos são constantemente convocados à escuta, independente de nossos desejos. Ainda assim, a habilidade de ouvir não assegura a percepção sensível das transformações sonoras ao nosso redor, tampouco a consciência de quem os produz e com que intenções. Diante desse paradoxo, indaga-se: seria a escuta seletiva? Focalizamos alguns sons em detrimento de outros? Neste sentindo, como suspender essa seletividade auditiva? E o caminhar, enquanto gesto simbólico e efêmero, afirma-se como possibilidade reconhecer, mapear e habitar o espaço? Com o intuito de esboçar pistas para essas questões, a pesquisa fundamenta-se na cartografia (Kastrup, 2007, 2009) como método de pesquisa-intervenção, propondo percursos singulares e coletivos com as ruas, as praças e o sistema metroviário de Fortaleza, Ceará. O aporte teórico apoia-se nas investigações sobre a escuta (Cage, 2013, 2015; Schaffer, 2011; Wisnik, 2017) e o caminhar como prática estética (Gros, 2010; Careri, 2013, 2017). Nessas andanças com Fortaleza, observou-se como as paisagens sonoras urbanas são dinâmicas, evocando memórias, afetos e tensões, bem como a potência do caminhar como ato de inscrição no território. Em síntese, a articulação entre o escutar e o caminhar emerge como prática estético-política, diluindo as fronteiras entre arte e vida, instigando singularizações, processos de criação e maneiras de conviver com as cidades. | pt_BR |
| dc.description.abstract-es | Este estudio investiga la co-emergencia de las prácticas de la escucha y el caminar como modos de experimentar e inventar con la ciudad. Parte de la comprensión de que estamos rodeados por una profusión de sonidos y que nuestros oídos son constantemente convocados a la escucha, independientemente de nuestra voluntad. Aun así, la habilidad de oír no asegura la percepción sensible de las transformaciones sonoras a nuestro alrededor, ni tampoco la conciencia de quién las produce y con qué intenciones. Ante esta paradoja, nos preguntamos: ¿es la escucha selectiva? ¿Enfocamos algunos sonidos en detrimento de otros? En este sentido, ¿cómo suspender esa selectividad auditiva? ¿Y el caminar, como gesto simbólico y efímero, se afirma como posibilidad de reconocer, mapear y habitar el espacio? Con el objetivo de esbozar pistas para estas cuestiones, la investigación se fundamenta en la cartografía (Kastrup, 2007, 2009) como método de investigación-intervención, proponiendo recorridos singulares y colectivos por las calles, plazas y el sistema de metro de Fortaleza, Ceará. El aporte teórico se apoya en las investigaciones sobre la escucha (Cage, 2013, 2015; Schaffer, 2011; Wisnik, 2017) y el caminar como práctica estética (Gros, 2010; Careri, 2013, 2017). En estos recorridos por Fortaleza, se observó cómo los paisajes sonoros urbanos son dinámicos, evocando memorias, afectos y tensiones, así como la potencia del caminar como acto de inscripción en el territorio. En síntesis, la articulación entre el escuchar y el caminhar emerge como una práctica estético-política, diluyendo las fronteras entre arte y vida, provocando singularizaciones, procesos de creación y maneras de convivir con las ciudades. | pt_BR |
| dc.subject.ptbr | Escutar | pt_BR |
| dc.subject.ptbr | Caminhar | pt_BR |
| dc.subject.ptbr | Cartografar | pt_BR |
| dc.subject.ptbr | Cidade | pt_BR |
| dc.subject.es | Escuchar | pt_BR |
| dc.subject.es | Caminar | pt_BR |
| dc.subject.es | Cartografiar | pt_BR |
| dc.subject.es | Ciudad | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES | pt_BR |
| local.author.orcid | https://orcid.org/0009-0003-3635-9760 | pt_BR |
| local.author.lattes | http://lattes.cnpq.br/6912086363835198 | pt_BR |
| local.advisor.orcid | https://orcid.org/0000-0002-7433-8798 | pt_BR |
| local.advisor.lattes | http://lattes.cnpq.br/8038568167789231 | pt_BR |
| local.date.available | 2025-07-29 | - |
| Aparece nas coleções: | PPGARTES - Dissertações defendidas na UFC | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 2020_dis_lrmsantos.pdf | 1,97 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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