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Tipo: Dissertação
Título: Força muscular respiratória, função pulmonar e sintomas persistentes da Covid-19 em indivíduos hospitalizados e não hospitalizados após um ano da infecção: um estudo transversal
Título em inglês: Respiratory Muscle Strength, Lung Function, and Persistent COVID-19 Symptoms in Hospitalized and Non-Hospitalized Individuals One Year After Infection: A Cross-Sectional Study
Autor(es): França, Taynara Rodrigues Ramos
Orientador: Campos, Nataly Gurgel
Palavras-chave em português: Coronavírus;Síndrome de COVID-19 Pós-Aguda;Sinais e Sintomas;Estudos Transversais
Palavras-chave em inglês: Coronavirus;Post-Acute COVID-19 Syndrome;Signs and Symptoms;Cross-Sectional Studies
CNPq: CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
Data do documento: 2024
Citação: FRANÇA, Taynara Rodrigues Ramos. Força muscular respiratória, função pulmonar e sintomas persistentes da Covid-19 em indivíduos hospitalizados e não hospitalizados após um ano da infecção: um estudo transversal. 2024. 61 f. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia e Funcionalidade) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2024. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/ 79520. Acesso em: 27 jan. 2025.
Resumo: Objetivos: Avaliar a força muscular respiratória, função pulmonar e sintomas persistentes de COVID-19 em indivíduos hospitalizados e não hospitalizados um ano após a infecção. Métodos: Este estudo transversal incluiu 160 participantes (80 hospitalizados e 80 não hospitalizados) em Fortaleza, Ceará, entre 2021 e 2024. A coleta de dados envolveu manovacuometria, espirometria e questionário sobre sintomas persistentes categorizados por sistemas orgânicos. Resultados: A média de idade dos participantes foi de 55,8 ± 15,87 anos, com IMC de 28,85 ± 4,85 kg/m2. As comorbidades estiveram presentes em 37,5% dos indivíduos hospitalizados, principalmente doenças cardiovasculares (27,5%). Sintomas persistentes foram relatados por 42,5% dos hospitalizados e 45% dos não hospitalizados (p = 0,716). A fadiga foi mais frequente em indivíduos não hospitalizados (42,5%) em comparação aos hospitalizados (16,2%, p = 0,032). Em relação à função pulmonar, os participantes hospitalizados apresentaram capacidade vital forçada (CVF) significativamente menor (60,01 ± 11,14%) em comparação aos não hospitalizados (89,02 ± 10,94%, p = 0,021). A análise preditiva mostrou que, entre os indivíduos hospitalizados, o IMC (OR: 1,07, IC 95%: 1,02–1,15, p = 0,001) e o número de comorbidades (OR: 2,08, IC 95%: 0,52–2,24, p = 0,040) foram preditores significativos de sintomas persistentes. Para indivíduos não hospitalizados, o número de sintomas de fase aguda (OR: 4,05, IC 95%: 1,30–10,54) e comorbidades (OR: 2,00, IC 95%: 1,08–5,56) foram os principais preditores de sintomas prolongados. Conclusões: Um ano após a infecção, os sintomas persistentes foram prevalentes, sendo a fadiga mais comum entre os indivíduos não hospitalizados. Os participantes hospitalizados apresentaram maior comprometimento restritivo da CVF. O IMC e as comorbidades previram sintomas prolongados em indivíduos hospitalizados, enquanto os sintomas de fase aguda e as comorbidades foram os principais preditores em indivíduos não hospitalizados. Em ambos os grupos a força muscular respiratória estava preservada.
Abstract: Objectives: To evaluate respiratory muscle strength, lung function, and persistent symptoms of COVID-19 in hospitalized and non-hospitalized individuals one year after infection. Methods: This cross-sectional study included 160 participants (80 hospitalized and 80 non-hospitalized) in Fortaleza, Ceará, between 2021 and 2024. Data collection involved manovacuometry, spirometry, and a questionnaire on persistent symptoms categorized by organic systems. Results: The mean age of participants was 55.8 ± 15.87 years, with a BMI of 28.85 ± 4.85 kg/m2. Comorbidities were present in 37.5% of hospitalized individuals, primarily cardiovascular diseases (27.5%). Persistent symptoms were reported by 42.5% of hospitalized and 45% of non-hospitalized participants (p = 0.716). Fatigue was more frequent in non-hospitalized individuals (42.5%) compared to hospitalized (16.2%, p = 0.032). Regarding lung function, hospitalized participants showed significantly lower forced vital capacity (FVC) (60.01 ± 11.14%) compared to non-hospitalized (89.02 ± 10.94%, p = 0.021). Predictive analysis showed that, among hospitalized individuals, BMI (OR: 1.07, 95% CI: 1.02–1.15, p = 0.001) and the number of comorbidities (OR: 2.08, 95% CI: 0.52–2.24, p = 0.040) were significant predictors of persistent symptoms. For non-hospitalized individuals, the number of acute-phase symptoms (OR: 4.05, 95% CI: 1.30–10.54) and comorbidities (OR: 2.00, 95% CI: 1.08– 5.56) were key predictors of prolonged symptoms. Conclusions: One year after infection, persistent symptoms were prevalent, with fatigue more common among non-hospitalized individuals. Hospitalized participants exhibited greater restrictive impairment in FVC. BMI and comorbidities predicted prolonged symptoms in hospitalized individuals, while acute-phase symptoms and comorbidities were key predictors in non-hospitalized individuals.In both groups, respiratory muscle strength was preserved.
URI: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/79520
ORCID do(s) Autor(es): https://orcid.org/0000-0001-5001-0977
Currículo Lattes do(s) Autor(es): http://lattes.cnpq.br/3714760167854386
ORCID do Orientador: https://orcid.org/0000-0002-6551-1165
Currículo Lattes do Orientador: http://lattes.cnpq.br/6160534584206204
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
Aparece nas coleções:PPGFISIO - Dissertações defendidas na UFC

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