Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/53970
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorGomes, Erika Patrícia Chagas-
dc.contributor.authorVieira, Rodrigo Silveira-
dc.contributor.authorPorto, Elaine Cristina Maciel-
dc.contributor.authorBorges, Maria de Fátima-
dc.contributor.authorRosa, Morsyleide de Freitas-
dc.contributor.authorChagas, Bruna Santana das-
dc.date.accessioned2020-09-11T17:19:57Z-
dc.date.available2020-09-11T17:19:57Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationGOMES, Erika Patrícia Chagas; VIEIRA, Rodrigo Silveira; PORTO, Elaine Cristina Maciel; BORGES, Maria de Fatima; ROSA, Morsyleide de Freitas; CHAGAS, Bruna Santana das. Biomaterial constituído de celulose bacteriana e apatita de estrôncio. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA QUÍMICA, XXI; ENCONTRO BRASILEIRO SOBRE O ENSINO DE ENGENHARIA QUÍMICA, XVI; 25 a 29 set. 2016, Fortaleza, Ceará Brasil. Anais[…] Fortaleza, Ceará, 2016.pt_BR
dc.identifier.issn21785600-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/53970-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectHidroxiapatitapt_BR
dc.subjectCelulose bacterianapt_BR
dc.subjectEstrônciopt_BR
dc.titleBiomaterial constituído de celulose bacteriana e apatita de estrônciopt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO presente estudo propõe a obtenção de um biomaterial à base de celulose bacteriana combinado com apatita formada, predominantemente, por fosfatos de estrôncio. A celulose bacteriana (CB) foi obtida por um processo fermentativo da bactéria Gluconacetobacter hansenii. Essas películas de CB foram imersas em soluções de cloreto de estrôncio e fosfato de sódio dibásico, por ciclos de imersão, correspondendo a etapa de formação da hidroxiapatita de estrôncio. O biomaterial foi avaliado quanto à quantidade de estrôncio (Sr) adsorvida a cada ciclo de imersão e quanto ao perfil de eluição desse metal. Os resultados mostraram que o material é capaz de adsorver 237,32 mg de Sr por g do adsorvente ao final de cinco ciclos de imersão. Já o perfil de dessorção apresentou uma liberação mais lenta do metal, com apenas 15,76% de Sr dessorvido, em 26 horas. Conclui-se que o biomaterial consegue adsorver Sr em sua estrutura e sugere que o processo de eluição do Sr foi lento devido à ligação forte formada entre o adsorbato e a superfície do adsorvente.pt_BR
Aparece nas coleções:DEQ - Trabalhos apresentados em eventos

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2016_eve_epcgomes.pdf318,34 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.