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dc.contributor.authorReinaldo, Gabriela Frota-
dc.date.accessioned2020-04-03T13:29:15Z-
dc.date.available2020-04-03T13:29:15Z-
dc.date.issued2007-
dc.identifier.citationREINALDO, Gabriela Frota Reinaldo. A supremacia do narrador. Diário do Nordeste. 2007.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/51124-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherDiário do Nordestept_BR
dc.subjectNarradorpt_BR
dc.subjectNarrativapt_BR
dc.subjectJornalismopt_BR
dc.titleA supremacia do narradorpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO que distingue a informação, matéria-prima do jornalismo, das narrativas inicialmente orais, calcadas numa tradição ancestral, mítica, é o excesso de explicações N ́O Narrador, Walter Benjamin, ocupado com o declínio da experiência que repousa sobre a tradição partilhada e com a supressão da memória, vê no romance, no início da era moderna, o primeiro indício de um processo que irá culminar com o esvaziamento da capacidade narrativa. Em Experiência e Pobreza, publicado três anos antes (Experiência e Pobreza é de 1933 e O Narrador, composto entre 1926 e 1935 e publicado em 1936), ele questiona: ́Quem encontra ainda pessoas que saibam contar histórias como elas devem ser contadas? ́[...]pt_BR
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