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dc.contributor.advisorFarias, Wladimir Ronald Lobo-
dc.contributor.authorBarros, Mário Ubirajara Gonçalves-
dc.date.accessioned2019-10-25T16:58:20Z-
dc.date.available2019-10-25T16:58:20Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.citationBARROS, Mário Ubirajara Gonçalves. Efeito da salinidade no teor de lipídios produzidos pela microalga Chaetoceros muelleri (Lemmermann, 1898). 2010. 27 f. TCC (Graduação em Engenharia de Pesca) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2010.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/47134-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDiatomáceaspt_BR
dc.subjectSalinidadept_BR
dc.subjectLipídiospt_BR
dc.titleEfeito da salinidade no teor de lipídios produzidos pela microalga Chaetoceros muelleri (Lemmermann, 1898)pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrNos últimos anos, muito interesse tem se voltado para o potencial dos cultivos de microalgas, devido principalmente às suas aplicações na alimentação de organismos aquáticos cultivados e do homem, bem como na extração de substâncias de importância farmacêutica, produtos industrializáveis e também como matéria prima para a extração de lipídios para a produção de biocombustiveis. 0 presente trabalho teve como objetivo cultivar a microalga marinha Chaetoceros muelleri, nas salinidades 15, 25 e 35 e avaliar a influência da concentração de sal do meio na produção de lipídios pela microalga. As culturas foram realizadas em meio Guillard f/2, na temperatura de 28 ± 1°C e submetidas à iluminação e aeração constantes, em torno de 200 1.1E cm-2 s-1 e 4 L ar min-I, respectivamente. 0 experimento foi realizado em triplicata em recipientes de 9 L, com um volume útil de 7 L. Após o cultivo, as microalgas foram floculadas através da adição de NaOH 2N, lavadas e desidratadas em estufa a 60 °C por 24 horas, obtendo assim a biomassa seca. Para a extração do óleo, foi utilizado o método de Bligh e Dyer (1959), assistido em um banho ultrasõnico na freqüência de 40 kHz e potência de 80 W. Os teores de lipídeos, obtidos em cada salinidade, foram submetidos a uma análise de variância (fator único) com 0,05% de significância estatística. As culturas nas salinidades de 15 e 25 apresentaram um desenvolvimento semelhante e, superior do observado na salinidade de 35. Com relação à produção de lipídios, não houve diferença significativa entre os tratamentos, sendo obtido para as salinidades de 15, 25 e 35 teores de 10,41 ± 1,89 ; 10,87 ± 2.10 e 12,33 ± 1.81%, respectivamente. Com isso podemos concluir que a variação de salinidade, não incrementou a produção lipidica, no entanto, o cultivo nas salinidades 15 e 25 devem ser preferidos, por alcançarem, uma maior densidade celular o que resultará quantitativamente numa maior produção total de lipídiospt_BR
Aparece nas coleções:ENGENHARIA DE PESCA - Trabalhos Acadêmicos

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