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dc.contributor.advisorFarias, Wladimir Ronald Lobo-
dc.contributor.authorCunha, Francisco Marcelo Santana da-
dc.date.accessioned2019-10-24T17:55:28Z-
dc.date.available2019-10-24T17:55:28Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.citationCUNHA, Francisco Marcelo Santana da. Influência da injeção de gás carbônico no cultivo da microalga Spirulina platensis. 2010. 26 f. TCC (Graduação em Engenharia de Pesca) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2010.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/47074-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSpirulina platensispt_BR
dc.subjectGás carbônicopt_BR
dc.subjectCultivopt_BR
dc.subjectMicroalgapt_BR
dc.titleInfluência da injeção de gás carbônico no cultivo da microalga Spirulina platensispt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrA microalga Spindina platensis, utilizada no presente estudo, é uma cianobactéria microscópica e filamentosa que deriva seu nome da sua morfologia em forma de helicóide. Esta espécie vem sendo consumida pelo ser humano desde tempos remotos e atualmente é utilizada como suplemento alimentar devido ser uma ótima fonte de proteína, carboidratos, minerais e vitaminas. Apesar de ser uma cianobactéria, o consumo de S. platensis não apresenta nenhum efeito colateral, já que a maioria das cianobactérias são toxicas. Também é rica em ácidos fenálicos, ácido g-linolênico e não possui a parede celular recoberta por celulose e sim composta de mucopolissacarídeos, facilitando sua digestão. Além de sua importância como alimento, as microalgas em geral, contribuem com a preservação do meio ambiente devido á sua alta capacidade de fixar o gás carbônico e cumprem um papel importante na redução de gases causadores do efeito estufa. Por outro lado, as microalgas produzem lipídios que podem ser utilizados para a produção de biocombustíveis, que são uma alternativa eficiente aos combustíveis fósseis. 0 objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da injeção de CO2 no cultivo estacionário de S. plate nsis. Para isso foram utilizados duas baterias de três garraffies de 5 L, nos quais a cianobactéria foi cultivada em meio enriquecido com fertilizantes agrícolas, na salinidade de 40 e sob iluminação constante de 800 lux. Em três dos garrafbes foi injetado, durante seis horas por dia, um fluxo de CO2 através de um difusor flexível no fundo dos garrafões. O controle, sem o gás, foi submetido apenas a uma aeração com bomba de ar. A determinação do CO2 livre foi realizada através de titulação e o acompanhamento do cultivo realizado através da absorbáncia de 680nm utilizando um espectrofotemetro. Os resultados mostraram que, apesar, da forte redução do pH, durante a injeção de CO,), em um dos cultivos a cianobactéria se adaptou, alcançando praticamente os mesmos valores de biomassa obtidos nos controles sem a injeção do gds. No entanto, mais estudos devem ser realizados, principalmente para que seja otimizada a quantidade de CO2 a ser injetada. Assim, é possível concluir que a utilização de CO2 para a produção de Spirulina pode vir a ser viável e que, em escala comercial, esta microalga pode ser utilizada para seqüestrar este gas produzido por indústrias, produzindo biomassa de alto valor nutricional.pt_BR
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