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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorPereira, Francisco Ruy Gondim-
dc.date.accessioned2019-06-03T11:33:17Z-
dc.date.available2019-06-03T11:33:17Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationPEREIRA, Francisco Ruy Gondim. O saque de 04 de fevereiro de 1988: noções de direitos e resistência camponesa (Itapiúna/CE). In: SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA, 27., 22-26 jun. 2013, Natal (RN). Anais... Natal (RN): ANPUH, 2013. Tema: Conhecimento histórico e diálogo social.pt_BR
dc.identifier.isbn978 85 98711 11 9-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/42198-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherANPUHpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectHistória social do Cearápt_BR
dc.titleO saque de 04 de fevereiro de 1988: noções de direitos e resistência camponesa (Itapiúna/CE)pt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrTradição: essa parece ser uma noção central no estudo dos saques enquanto ações de um sujeito político que se mobilizou ao longo do século XX tendo a seca e a escassez alimentar o chão por onde se desenrolaram os percursos da multidão em ação. Seu volume numérico, sua pressão ameaçadora para autoridades, comerciantes e parte dos moradores das cidades, sua espontaneidade (ou melhor, sua organicidade em termos distintos do sistema político moderno), desprovida de mediadores capazes de articular negociações reconhecíveis entre os canais da política representativa, apresentando reivindicações daquela “massa de famintos” e “flagelados”, têm uma presença marcante na história social do Ceará. Estimulada pelas secas que de tempos em tempos castigam o Sertão nordestino, a multidão – associada a ameaças, saques e invasões – conquistou contornos de uma “tradição”, seja ao possuir continuidade ao longo do tempo, seja pela utilização prática e retórica que dela lançaram mão camponeses de diversas regiões do estado para demandar a reimposição de “padrões costumeiros de relacionamento” em momentos de escassez, reivindicando das autoridades proteção através da distribuição de alimentos e aplicação de “salvaguardas” no mercado de trabalho – frentes de emergência – e de alimentos – tabelamento de preços (NEVES, 2000, p.183). [...]pt_BR
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