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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorSantos, Geane Corrêa dos-
dc.date.accessioned2019-05-14T14:05:20Z-
dc.date.available2019-05-14T14:05:20Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationSANTOS, Geane Corrêa dos. A educação Sergipana e a imprensa: primeiras palavras. In: ENCONTRO NORTE E NORDESTE DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, 1.; ENCONTRO CEARENSE DE HISTORIADORES DA EDUCAÇÃO, 5., 20-23 jun. 2006, Guaramiranga (Ce). Anais... Guaramiranga (Ce): Edições UFC, 2006. p. 73-82.pt_BR
dc.identifier.isbn85 7282 202 X-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/41635-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEdições UFCpt_BR
dc.subjectTextos jornalísticospt_BR
dc.subjectSociologiapt_BR
dc.titleA educação Sergipana e a imprensa: primeiras palavraspt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste trabalho objetiva discutir a relação pertinente entre as práticas escolares divulgadas por textos jornalísticos considerando que tal prática é pensada e construída em um espaço social sobre o qual incide toda a representatividade cultural da sociedade, e as pesquisas que se preocupam em analisar a trajetória educacional. Ao se inclinar sobre o jornal para empreender uma análise, a ciência histórica e em particular a história da educação opera com o capital científico de que dispõe e a partir disso inicia o seu trabalho. Além do que, comunga com o pensamento de outras áreas de conhecimento, a exemplo da Sociologia que muito contribui a argumentação do pesquisador, pois alguns conceitos ajudam a tornar inteligível aquilo o que o pesquisador deseja explicar. As escolas, que representam grandes centros do saber, se inserem naquilo o que Roger Chartier chama de “representações coletivas” 1. A presença pública em que se transfigura a escola tem a capacidade, poder e liberdade de conduzir o pensamento/comportamento social coletivo. Esta presença pública, produtora e fruto de um capital cultural, traduzida por uma representação pública impregnada da presença política e econômica, como é o caso do jornal, rende grandes e substanciosas informações à pesquisa em História da Educação, sobretudo porque a presença pública que o jornal representa, entra no “jogo” com o que Pierre Bourdieu chama de “interesse desinteressado”. odo e qualquer texto jornalístico está impregnado de uma ideologia a partir do que podemos entender que um texto produzido pela imprensa é repleto de intenções.[...]pt_BR
Aparece en las colecciones: PPGEB - Trabalhos apresentados em eventos

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