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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSousa, Clemilda dos Santos-
dc.contributor.authorAraújo, Fernanda Nunes de-
dc.date.accessioned2019-03-21T14:51:27Z-
dc.date.available2019-03-21T14:51:27Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationSOUSA, Clemilda dos Santos; ARAÚJO, Fernanda Nunes de. Educação inclusiva: práticas no cotidiano de Bibliotecas Universitárias Federais. In: MACHADO, Danielle H. A.; CAZINI, Janaína (orgs). Inclusão e Educação. Ponta Grossa , PR: Atena Editora, 2019.pt_BR
dc.identifier.isbn978 85 7247 029 2-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/40370-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectEducação inclusivapt_BR
dc.subjectBibliotecas universitáriaspt_BR
dc.subjectPessoas com deficiênciapt_BR
dc.titleEducação inclusiva: práticas no cotidiano de Bibliotecas Universitárias Federaispt_BR
dc.typeCapítulo de Livropt_BR
dc.description.abstract-ptbrA inclusão de pessoas com deficiência perpassa muitas nuanças, entre as quais a educação, haja vista seu caráter empoderador. O acesso à universidade é uma conquista e um direito, mas repleto de barreiras a serem superadas. Entre estas elas à informação e ao conhecimento que sobrepõem, pois uma educação de qualidade impõe acessibilidade. Nesse contexto, as bibliotecas universitárias são primordiais por serem guardiãs e difusoras do conhecimento. Pensar em inclusão em bibliotecas universitárias é condição para uma autêntica educação inclusiva no ensino superior. Portanto, o estudo ora proposto se justifica pela relevância que as bibliotecas têm na formação acadêmica e no valor do conhecimento e da informação para o empoderamento e equiparação de oportunidades das pessoas com deficiência em sua formação profissional. Este ensaio objetivou investigar as práticas cotidianas de atendimento a pessoas com deficiência nossistemas de bibliotecas nas universidades federais das capitais brasileiras. A seleção das bibliotecas teve como base o programa Inclui, do MEC. Essa investigação procurou orientar-se nos aspectos de acessibilidade: atitudinal, tecnológico arquitetônico e de acesso à informação e à comunicação. É um estudo exploratório, tendo concluído que, das 23 universidades federais pesquisadas que participam do Programa, 48% delas oferecem algum atendimento, prevalecendo os aspectos tecnológicos e de acesso à informação e à comunicação. Os aspectos atitudinais foram pouco observados, porém apesar disso, é positivo o percentual de instituições envolvidas na busca da inclusão, embora não tenham sido observadas pelas informações oferecidas ações que identifiquem uma política de inclusão bem definida e clara, que perpasse todos os setores dos sistemas de bibliotecas analisados.pt_BR
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