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dc.contributor.authorSilva Júnior, José Valdo Barros-
dc.date.accessioned2012-07-31T11:14:49Z-
dc.date.available2012-07-31T11:14:49Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.citationSilva Júnior, J. V. B. (2010)pt_BR
dc.identifier.issn1984-4255 on-line-
dc.identifier.issn1984-4247 Impresso-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/3558-
dc.descriptionSILVA JÚNIOR, José Valdo Barros. O trabalho é nómos ou physis?: um diálogo entre Marx e Aristóteles. Argumentos Revista de Filosofia, Fortaleza, v. 2, n. 4, p. 86-96, 2010.pt_BR
dc.description.abstractThe aim of this article is to deal on the problem of the status of labor, if it is a historical or ontological concept from a dialogue between Marx and Aristotle on the unity that makes possible the exchange between distinct objects from one another. First, to investigate will be about the Marx’s theory of value, in order to clarify the concept of value. Second, to investigate will be about the Marx’s theory of the fetish-like character of the commodity, in order to point out the absurdity that is the commodityproducing society modern. Finally, to position will be according to the historical and logical horizon of the labor.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherArgumentos Revistas de Filosofiapt_BR
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectValorpt_BR
dc.subjectFetichismo da mercadoriapt_BR
dc.subjectUtilidadept_BR
dc.subjectLaborpt_BR
dc.subjectValuept_BR
dc.subjectFetishism of the commoditypt_BR
dc.subjectUtilitypt_BR
dc.titleO trabalho é nómos ou physis?: um diálogo entre Marx e Aristótelespt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO objetivo deste artigo é tratar do problema do estatuto ontológico ou histórico do conceito de trabalho, a partir de um diálogo entre Marx e Aristóteles acerca da unidade que torna possível a troca de objetos diferentes entre si. Primeiramente, far-se-á uma breve exposição da teoria do valor de Marx, para se precisar melhor o conceito de valor. Em seguida, investigar-se-á a teoria marxiana do fetichismo da mercadoria, com o intuito de trazer à luz o caráter absurdo que constitui a moderna sociedade produtora de mercadorias. Por fim, posicionar-se-á acerca do horizonte lógico e histórico em que o trabalho está circunscrito.pt_BR
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