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dc.contributor.authorFunke, Katherine-
dc.date.accessioned2017-12-07T13:33:17Z-
dc.date.available2017-12-07T13:33:17Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationFUNKE, Katherine. O Eterno Retorno como assinatura em César Aira. Revista Entrelaces, Fortaleza, v. 1, n. 9, p. 233-246, jan./jun. 2017.pt_BR
dc.identifier.issn1980-4571 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/28329-
dc.description.abstractIn this article, we analyze what constitutes Eternal Return in the work of Argentine writer César Aira. The main book studied is Cumpleaños (2001), in which Aira seems to shed all masks and finally reveal the name behind all names, or the Aira-author behind the many characters which, throughout his long history of self reinvention, personal myth-making, narrative deliria, and Dadaist fairy tales, have born his name. The analysis also uses Otobiography, a seminar in which Jacques Derrida analyzes the autographic writings of Friedrich Nietzsche Ecce Homo. There is no absolute equivalency between Ecce Homo and Cumpleaños, but both works offer "writings of the self" which reveal "how someone becomes what they are," or how the author thinks, or the character that takes the author's role to discuss him. This way, in an imaginary banquet, we accept the (supposedly) unmasked mind that César Aira offers on a silver platter and go on the offensive.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Entrelacespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAutografiapt_BR
dc.subjectBiografiapt_BR
dc.subjectAutobiografiapt_BR
dc.subjectBiographypt_BR
dc.titleO Eterno Retorno como assinatura em César Airapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrNeste artigo, conduzimos uma análise do que constitui o Eterno Retorno no escritor argentino César Aira. A principal obra analisada é Cumpleaños (2001), em que o argentino parece tirar as máscaras e revelar finalmente o nome por trás dos nomes, ou o Aira-autor por trás dos muitos personagens que, ao longo de sua longa trajetória de invenção de si, construção de mito pessoal, delírios narrativos e contos de fadas dadaístas, já levaram o seu nome. A análise decorre à luz de Otobiografias, seminário em que Jacques Derrida analisa a escrita autográfica de Ecce Homo, de Friedrich Nietzsche. Não há equivalência absoluta entre Ecce Homo e Cumpleaños, mas as duas situações oferecem “escritas de si” em que se revela “como alguém se torna o que é”, ou como pensa o autor, ou o personagem que toma o lugar do autor para falar dele. Assim, em um banquete imaginário, aceitamos a cabeça (supostamente) sem máscaras que César Aira oferece em bandeja de prata e partimos para o ataque.pt_BR
dc.title.enThe Eternal Return as signature in César Airapt_BR
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