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dc.contributor.authorBertoldi, Andréa Damaso-
dc.contributor.authorArrais, Paulo Sergio Dourado-
dc.contributor.authorTavares, Noemia Urruth Leão-
dc.contributor.authorRamos, Luiz Roberto-
dc.contributor.authorLuiza, Vera Lucia-
dc.contributor.authorMengue, Sotero Serrate-
dc.contributor.authorDal-Pizzol, Tatiane da Silva-
dc.contributor.authorFarias, Mareni Rocha-
dc.contributor.authorOliveira, Maria Auxiliadora-
dc.date.accessioned2017-08-21T17:00:42Z-
dc.date.available2017-08-21T17:00:42Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationBERTOLDI, A. D. et al. Utilização de medicamentos genéricos na população brasileira: uma avaliação da PNAUM 2014, Revista de Saúde Pública, v. 50, p. 1-11, 2016.pt_BR
dc.identifier.issn1518-8787-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/24880-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Saúde Públicapt_BR
dc.subjectMedicamentos Genéricospt_BR
dc.subjectUso de Medicamentospt_BR
dc.subjectFatores Socioeconômicospt_BR
dc.titleUtilização de medicamentos genéricos na população brasileira: uma avaliação da PNAUM 2014pt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrOBJETIVO: Analisar se há diferença no uso de medicamentos genéricos no Brasil segundo variáveis demográficas, socioeconômicas e fontes de obtenção dos medicamentos. MÉTODOS: Estudo transversal de base populacional, conduzido com dados da Pesquisa Nacional de Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM), com coleta de dados entre setembro de 2013 e fevereiro de 2014 em residências de municípios brasileiros urbanos. O uso dos medicamentos foi investigado em relação ao tratamento de doenças crônicas e, no caso de eventos agudos, quanto ao uso nos últimos 15 dias. Os genéricos foram identificados por visualização das embalagens apresentadas pelos usuários dos medicamentos. As variáveis independentes utilizadas foram sexo, idade, escolaridade, classe econômica e região do País. A avaliação da significância estatística das diferenças entre os grupos foi analisada pelo teste Qui-quadrado de Pearson, considerando nível de significância de 5%. RESULTADOS: A prevalência de uso de genéricos foi de 45,5% (IC95% 43,7–47,3). Não houve diferença por escolaridade, as prevalências foram maiores no sexo feminino (47,0%; IC95% 44,9–49,0) em relação ao masculino (43,1%; IC95% 40,5–45,8) e foram crescentes com o aumento da idade. Maiores usos de genéricos foram encontrados na classe econômica C (47,0%; IC95% 44,9–49,1) e nas regiões Sul (50,6%; IC95% 46,6-54,6) e Sudeste (49,9%; IC95% 46,8–53,0). Observou-se ainda que os genéricos representaram 37,3% dos medicamentos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde . CONCLUSÕES: Pode-se concluir que hoje existe uma alternativa de compra ou fornecimento gratuito pelo Sistema Único de Saúde, caracterizada por garantia de qualidade e preço reduzido em relação aos medicamentos de marca comercial considerados como referência. No mercado privado, boa parte da população está optando pelo uso de medicamentos genéricos, graças à disponibilidade dessa opção para praticamente todos os medicamentos mais utilizados pela população.pt_BR
dc.title.enUse of generic medicines by the Brazilian population: an evaluation of PNAUM 2014pt_BR
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