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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/23407Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Sousa, Raimundo | - |
| dc.date.accessioned | 2017-06-19T22:47:26Z | - |
| dc.date.available | 2017-06-19T22:47:26Z | - |
| dc.date.issued | 2016 | - |
| dc.identifier.citation | SOUSA, Raimundo. Gênero e alteridade no nacionalismo irlandês. Revista Entrelaces, Fortaleza, ano 6, n. 7, p. 43-62, jan./jun. 2016. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 1980-4571 (online) | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/23407 | - |
| dc.description.abstract | Irish anticolonialism was based on the maximization of gender boundaries in order to stress the manliness of Gaelic men and oppose their feminization by the English colonialism, which legitimized itself by gendering the relation between England and Ireland, while inscribing the empire in the male register and the colony in the female. Through research on primary sources, we investigate the implications of this counter-strategy in the representation of subversive women who challenged a dual gender matrix in which masculinity was defined in oppositional and complementary relation with femininity. Feminists, who privileged their own agenda against that of nationalism, as well as Republicans, who defended the nation with the rifle rather than with the rosary, were othered by the nationalist intelligentsia as gender aberrations in satirical descriptions that could hardly hide the fear that their transgression could destabilize the gender boundaries that supported the national remasculinization project. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Revista Entrelaces | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Irlanda | pt_BR |
| dc.subject | Nacionalismo | pt_BR |
| dc.subject | Gênero | pt_BR |
| dc.subject | Alteridade | pt_BR |
| dc.title | Gênero e alteridade no nacionalismo irlandês | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | O anticolonialismo irlandês pautou-se na maximização de fronteiras de gênero com vistas a acentuar a hombridade dos homens gaélicos em face de sua feminização pelo colonialismo inglês, que se legitimava pela atribuição de gênero ao vínculo entre Inglaterra e Irlanda ao inscrever o império no registro masculino e a colônia no feminino. Mediante pesquisa em fontes primárias, investigamos as implicações dessa contra-estratégia na representação de mulheres subversivas que desafiavam uma matriz de gênero dual em que a masculinidade se definia em relação oposicional e complementar com a feminilidade. Tanto as feministas, que antepunham sua agenda ao nacionalismo, quanto as republicanas, que defendiam a nação antes com o rifle do que com o rosário, eram “alterizadas” pela intelligentsia nacionalista como aberrações de gênero, por meio de descrições caricaturais, que mal escamoteavam o temor de sua transgressão desestabilizar as balizas de gênero, que sustentavam o projeto de remasculinização nacional. | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | PPGLE - Artigos publicados em revistas científicas | |
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| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
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