Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/17590
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorJuliboni, Elizabeth Chacur-
dc.date.accessioned2016-06-09T15:26:37Z-
dc.date.available2016-06-09T15:26:37Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.citationJULIBONI, Elizabeth Chacur. O lugar da voz na clínica psicanalítica. Revista de Psicologia, Fortaleza, v. 3, n. 2, p. 99-101, jul./dez. 2012. Resenha da obra de: VIVÈS, Jean-Michel. A voz e a clínica psicanalítica. Rio de Janeiro: Editora Contracapa, 2012. 96p.pt_BR
dc.identifier.issn2179-1740 (online)-
dc.identifier.issn0102-1222 (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/17590-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Psicologiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPsicanálisept_BR
dc.subjectFreudpt_BR
dc.subjectParanóicopt_BR
dc.titleResenha O lugar da voz na clínica psicanalíticapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA mudança de posição do lugar da voz na clínica inaugurou a psicanálise. A promoção da escuta dos pacientes e o reconhecimento do valor de sua fala sobrepondo-se à voz do saber médico estabeleceram a prática psicanalítica como tal. Essa inovação pôde acontecer porque Freud ouviu e foi dócil à histérica. Ao resistir à hiponse, elas o obrigaram a escutá-las. Ele, ao se calar, fez emergir a voz tomando-a como objeto pulsional e oferecendo-lhe o campo enigmático do silêncio necessário para que o dito de suas pacientes pudesse modular um dizer. Falar e escutar, circuito que evidencia os efeitos do dito sobre o dizer segundo um hiato em que situamos o sujeito e as bordas de seu gozo. A voz como objeto pulsional foi conceituada por Jacques Lacan com base na lista dos objetos pulsionais estabelecida por Freud, que localizou, essencialmente, os objetos oral (o seio), anal (as fezes) e fálico (o falo). No trabalho do psicanalista francês, a abordagem da voz tem sua origem no estudo das alucinações psicóticas que invadem e possuem o sujeito, como se vê, notadamente, no delírio paranóico. Lacan, no entanto, rapidamente extrai o objeto voz dessa particularidade psicopatológica para incluí-lo na própria dinâmica do tornar-se sujeito. Esta démarche introduz a voz como um objeto da pulsão (invocante), ao lado do seio (pulsão oral), das fezes (pulsão anal) e do olhar (pulsão escópica).pt_BR
Aparece nas coleções:DPSI - Artigos publicados em revistas científicas

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2012_art_ecjuliboni.pdf276,7 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.