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dc.contributor.authorVitulich, Emílio Benjamin-
dc.date.accessioned2016-02-03T17:50:11Z-
dc.date.available2016-02-03T17:50:11Z-
dc.date.issued1998-
dc.identifier.citationVITULICH, E. B. (1998)pt_BR
dc.identifier.issn0103-2410-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/15123-
dc.descriptionVITULICH, Emílio Benjamin. Evolução morfológica da região santa bárbara – jacundá – estado de rondônia – brasil. Revista de Geologia, Fortaleza, v.11, n.1, 1998.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Geologiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEvolução morfológica da região santa bárbara – jacundá – estado de rondônia – brasilpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA unidade morfo-estrutural denominada Planalto Rebaixado da Amazônia (Projeto RadamBrasil, 1981) sofreu uma intensa degradação durante o Terciário, originando um nível de erosão denominado, nesse estudo, Paleosuperfície pré-Solimões. Um nível relítico superior (Peneplano relítico), estaria representado pela Serra de Curica, a nordeste de Jacundá-RO, fora da área do estudo. São três os eventos de maior importância que se sucedem e marcam a evolução morfológica da região: Eventos pré-Solimões e Solimões, correspondentes ao período terciário e Evento pós-Solimões, correspondente ao período quaternário. Para alguns autores a Formação Solimões seria do intervalo Superior Pleistoceno Inferior (Projeto Radam-Brasil, 1978). O evento pré-Solimões (pré-Plioceno Superior) é caracterizado por um extenso período de estabilidade, desenvolvendo-se sob clima sub-úmido, variando para super-úmido no seu estágio final. A intemperização profunda em um relevo bem mais pronunciado e com o nível do mar bem mais baixo provocou o aprofundamento dos vales do sistema fluvial por erosão remontante e, finalmente, com a mudança do clima, produziu o alagamento dos mesmos. O relevo seguiu sendo degradado pela ação de fluxos rápidos e a morfologia evoluiu rapidamente. Os vales profundos e largos preencheramse rapidamente e aprofundou-se em diversas etapas, formando-se diversos níveis de cascalhos. A ação colúvio-aluvionar foi intensa. O evento Solimões (pré-Pleistoceno) iniciou-se com um período de morfogênese como conseqü- ência do clima híper-úmido. O nível do mar era pouco mais alto do que o atual, com ascensão gradual. Depositou-se a Formação Solimões com materiais provenientes da região e da Cordilheira dos Andes. O evento terminou com clima menos severo, estabilização das paisagens e domínio das ações pedogenéticas. O evento pós-Solimões (Pleistoceno-Holoceno) caracterizou-se pela sucessão de diversos ciclos pluviais e interpluviais em relação a outros tantos ciclos glaciais e interglaciais, cuja duração e intensidade foram decrescentes. Os ciclos pluviais iniciaram-se com ação morfogenética com erosão intensa, evoluindo gradativamente a um estágio de pedogênese com estabilização do clima e a evolu- ção dos solos e da floresta. Os ciclos interpluviais caracterizam-se por uma mudança do clima, passando de úmido a sub-úmido e um retrocesso gradual da vegetação passando de floresta tropical a savana. O nível de base regional descia gradativamente com conseqüente ação da erosão retrocedente, aprofundamento dos vales e formação de um novo nível de cascalho. A conseqüência final das diversas etapas deste evento foi a degradação da Formação Solimões em diferentes graus, dependendo do nível de base local.pt_BR
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