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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/14409Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Vasconcelos, Fátima | - |
| dc.date.accessioned | 2015-12-09T14:52:05Z | - |
| dc.date.available | 2015-12-09T14:52:05Z | - |
| dc.date.issued | 1999 | - |
| dc.identifier.citation | VASCONCELOS, Fátima. Brincadeiras e jogos: questões conceituais. Revista Educação em Debate, Fortaleza, Ano 21, v. 2, n. 38, p. 55-59, 1999. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 0102-1117 (impresso) | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14409 | - |
| dc.description.abstract | This work intends to place the playing in the context of the infantile development and of the concerns that occupy the educators in relation to that theme. Such contextualization will result of the dialogue of different perspectives, that have the fact in common of they focalize the phenomenon starting from the psychological observatory. The psychological approaches discussed here postulate a special statute for playing, due to the paper that this carries out in the psychological development. However, according to the underlying educational focus to the same ones (according to Charlot the psychology of the development is heiress of the pedagogic practices), the relationships between the subject and the world will take different directions. For Piaget, the symbolic emergent in playing it is opposed to the reality it aims at but, while manifestation semiotics, will be to service of the adaptation to the rationality patterns once it represents aprecursor middleman of the adut thought,for which tends the development. For Vygotsky, the game, in your operation way, is a commitment solution between the Real and the imaginary, reason for the which potencializa the development, measured à that the Real is preserved in spite of being resignificado. Wallon and Winicotti, for your time, recognizing the constituent paradox of the game, they enlarge the limits of the psychological approach, pointing this special way of construction of the conduct as necessary to the constitution of the subject's human dimension. In this sense, it begins in subject the relationship between the culture and the development when postulating that this special way of the conduct, more than a phase of the subject's development cognititvo, is a creativity manifestation, in other words, of the dynamism of the subject face your cultural inheritance. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | Revista Educação em Debate | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Jogo | pt_BR |
| dc.subject | Criança | pt_BR |
| dc.subject | Desenvolvimento | pt_BR |
| dc.subject | Real/simbólico | pt_BR |
| dc.subject | Subjetivo/objetivo | pt_BR |
| dc.subject | Paradoxo | pt_BR |
| dc.title | Brincadeiras e jogos: questões conceituais | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | Este trabalho pretende situar o brincar no contexto do desenvolvimento infantil e das preocupações que ocupam os educadores em relação a esse tema. Tal contextualização resultará da interlocução de diferentes perspectivas, que têm em comum o fato de focalizarem o fenômeno a partir do mirante psicológico. As abordagens psicológicas discutidas aqui postulam um estatuto especial para o brincar, decorrente do papel que este desempenha no desenvolvimento psicológico. Porém, conforme o enfoque educativo subjacente às mesmas (segundo Charlot a psicologia do desenvolvimento é herdeira das práticas pedagógicas), as relações entre o sujeito e o mundo tomarão diferentes direções. Para Piaget, o simbólico emergente no brincar opõe-se à realidade objetiva mas, enquanto manifestação semiótica, estará a serviço da adaptação aos padrões de racionalidade uma vez que representa um precursor intermediário do pensamento adulto, para o qual tende o desenvolvimento. Para Vygotsky, a brincadeira, em seu modo de funcionamento, é uma solução de compromisso entre o real e o imaginário, razão pela qual potencializa o desenvolvimento, à medida em que o real é preservado a despeito de ser ressignificado. Wallon e Winicotti, por sua vez, reconhecendo o paradoxo constitutivo da brincadeira, ampliam os limites da abordagem psicológica, apontando este modo especial de construção da conduta como necessário à constituição da dimensão humana do sujeito. Neste sentido, põe em questão a relação entre a cultura e o desenvolvimento ao postular que este modo especial da conduta, mais do que uma fase do desenvolvimento cognititvo do sujeito, é uma manifestação de criatividade, ou seja, do dinamismo do sujeito face a sua herança cultural. | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | PPGEB - Artigos publicados em revistas científicas | |
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| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
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