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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorCavalcanti, Ednar C.-
dc.contributor.authorAlbuquerque, Mabel Ann Black de-
dc.contributor.authorSilva, Maria Lúcia G. da-
dc.contributor.authorSilva, Péricles Luiz S. da-
dc.contributor.authorSilva, Rubem Eduardo da-
dc.date.accessioned2015-11-23T11:27:27Z-
dc.date.available2015-11-23T11:27:27Z-
dc.date.issued1987-
dc.identifier.citationCAVALCANTI, E. C.; ALBUQUERQUE, M. A. B.; SILVA, M. L. G.;SILVA, P. L. S.; SILVA, R. E. (1987)pt_BR
dc.identifier.issn0102-1117 (impresso)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14056-
dc.descriptionCAVALCANTI, Ednar C; ALBUQUERQUE, Mabel Ann Black de; SILVA, Maria Lúcia G. da; SILVA, Péricles Luiz S. da; SILVA, Rubem Eduardo da. O Ensino do 2º Grau em Pernambuco: demanda e atendimento. Revista Educação em Debate, Fortaleza, Ano 10, n. 14, p. 135-148, 1987.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Educação em Debatept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnsino 2º graupt_BR
dc.subjectEstado de Pernambucopt_BR
dc.subjectDemanda e atendimentopt_BR
dc.titleO Ensino do 2º Grau em Pernambuco: demanda e atendimentopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA apreciação do ensino de 2° Grau pode refletir diferentes vertentes, promover o levantamento de questões político-pedagógicas, tanto no que se refere à sua implantação, quanto a seu funcionamento. Há que se perguntar: qual a sua finalidade, quais as razões explícitas e ocultas para a reestruturação e redirecionamento do Ensino Médio, articulados pela Lei 5692/71? Sabe- se que até o momento atual, quando já alterado pela Lei 7044/82, que retirou a obrigatoriedade do profissionalizante, não chegou a se definir, claramente, a assumir uma identidade própria que favorecesse a promoção da igualdade de aquisição do saber pela clientela, tanto das camadas abastadas, quanto daquelas oriundas das camadas menos favorecidas sócio-economicamente. É possível até que tenha acentuado, com seu perfil indefinido, as desigualdades sociais, na medida em que os alunos de origem sócio-econômica mais elevada continuam frequentando as escolas de 2° Grau de melhor nível de ensino e, os demais, as de inferior qualidade ou até nem a essas tendo acesso. Assim, enquanto os primeiros se tornam aptos para o vestibular, preparando-se, também em alguns casos, para o trabalho, os outros ou não chegam ao 2° Grau ou, quando o alcançam, não concluem ou, se isto ocorre, saem duplamente despreparados para uma profissão de nível médio e para o ingresso na Universidade...pt_BR
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