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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/12897Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | LOURENÇO, Lara Cristina d’Ávila | - |
| dc.date.accessioned | 2015-06-19T16:33:55Z | - |
| dc.date.available | 2015-06-19T16:33:55Z | - |
| dc.date.issued | 2004 | - |
| dc.identifier.citation | LOURENÇO, Lara Cristina d’Ávila. A função da angústia segundo Freud. Revista de Psicologia, Fortaleza, v.22, n.2, 2004, p 32-44. | pt_BR |
| dc.identifier.issn | 2179-1740 (online) | - |
| dc.identifier.issn | 0102-1222 (impresso) | - |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/12897 | - |
| dc.description.abstract | According to Freud, anguish has an important psychophysiological function. The first author writings, through the concept of somatic anguish, consider anguish a kind of discharge of the accumulated sexual excitements. This thesis obeys the principie of constancy and takes part in Freud's first theory about anguish, in which anguish is the result of libido transformation. Such thought is reviewed until the formulation of Freud's second theory about anguish. In this theory, anguish is defined as a sign of danger given by the ego. In this case, anguish begin to be considered the fundamental adaptative reaction to the survival of psychic system. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher | www.revistapsicologia.ufc.br | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Angústia | pt_BR |
| dc.subject | Ego | pt_BR |
| dc.subject | Libido | pt_BR |
| dc.subject | Perigo | pt_BR |
| dc.subject | Princípio de constância | pt_BR |
| dc.title | A função da angústia segundo Freud | pt_BR |
| dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
| dc.description.abstract-ptbr | Segundo Freud, a angústia possui importante função psicofisiológica. Os primeiros escritos do autor, através do conceito de angústia somática, consideram a angústia uma forma de descarga das excitações sexuais acumuladas. Essa tese atende ao princípio de constância e participa da primeira teoria freudiana sobre a angústia, para a qual a angústia é resultado da transformação da libido. Tal postulado é revisado até a formulação da segunda teoria de Freud sobre a angústia. Nela a angústia é definida como sinal, dado pelo Eu, de perigo. Nesse caso, a angústia passa a ser considerada a reação adaptativa fundamental para a sobrevivência do aparelho psíquico. | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | DPSI - Artigos publicados em revistas científicas | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 2004_art_lcalourenco.pdf | 1,11 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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