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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorPordeus Júnior, Ismael de Andrade-
dc.date.accessioned2014-11-19T13:09:27Z-
dc.date.available2014-11-19T13:09:27Z-
dc.date.issued2003-
dc.identifier.citationPordeus Júnior, I. A. (2003)pt_BR
dc.identifier.issn0041-8862 (impresso)-
dc.identifier.issn2318-4620 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/9814-
dc.descriptionPORDEUS JÚNIOR, Ismael de Andrade. Os processos de reetinização da umbanda no Ceará. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v. 34, n.2, 2003, p. 79-87.pt_BR
dc.description.abstractThis essay evaluates the cultural change process of Umbanda as it is lound among indigenous groups that claim their ethnic recognization in the State of Ceara. This phenomenon is observed among the Pitaguaris, in the outskirts of Fortaleza, and the Tremembes, who live in the county of Itarema, the latter being the first group to be recognized by FUNAI. The Tore dance, which was claimed, at a certain time, by some, as a "thing of old Indians", became an indicator of Indian identity. When members of the Pitaguaris and Tremembes joined the Umbanda religious practices, this process was consolidated as diacritical mark to the reconstruction the Indians' ethnic identity, and lound in it a road to differentiate from Catholicism, that is, they lound a third space where cultural symbols can be reinterpreted and set apart for a particular purpose, a purpose of their own.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherwww.rcs.ufc.br/edicoespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectUmbanda no Cearápt_BR
dc.subjectGrupo indígenapt_BR
dc.subjectManifestação culturalpt_BR
dc.subjectIdentidade indígenapt_BR
dc.subjectProcesso de reetnizaçãopt_BR
dc.titleOs processos de reetinização da umbanda no Cearápt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste ensaio trata de processos de reetinização da Umbanda no Ceará entre grupos indígenas que reivindicam o reconhecimento étnico. Este fenômeno de reetinização é observado entre os Pitaguari e os Tremembé, este último foi o grupo étnico a ser reconhecido em primeiro pela FUNAI. A dança do Toré, que foi considerada, em determinado momento, como "coisa de índio velho", tornou-se um indicador da identidade indígena. Quando membros dos Pitaguari e Tremembé aderiram às práticas de Umbanda, passaram a utilizá-Ia como sendo uma das manilestações culturais diacríticas de reconstrução da etnicidade indígena. E encontraram nessas práticas religiosas, um terceiro espaço, onde os símbolos culturais poderiam ser reinterpretados e selecionados para um fim em particular objetivado por esses grupos.pt_BR
Aparece en las colecciones: DCSO - Artigos publicados em revistas científicas

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