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dc.contributor.authorFrischkorn, Horst-
dc.contributor.authorRocha Neto, José Lucena da-
dc.date.accessioned2014-10-08T12:25:46Z-
dc.date.available2014-10-08T12:25:46Z-
dc.date.issued2001-
dc.identifier.citationFRISCHKORN, H.; ROCHA NETO, J. L. Controle de evaporação por plantas aquáticas (Ninféia) e isopor. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENSINO DE ENGENHARIA, 29., 2001, Porto Alegre. Anais... Porto Alegre: COBENGE, 2001.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/9346-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherCONGRESSO BRASILEIRO DE ENSINO DE ENGENHARIApt_BR
dc.subjectEvaporaçãopt_BR
dc.subjectPlantas aquáticaspt_BR
dc.subjectNinféiapt_BR
dc.titleControle de evaporação por plantas aquáticas (Ninféia) e isoporpt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrForam efetuados medições entre outubro de 1998 e outubro de 1999 em tanques de amianto e tanques Classe “A”. Dos tanques tem um com placas de isopor, outro com plantas aquáticas e 2 testemunhos. A redução da evaporação foi em média de 36% quando se usou placas de isopor com 54% de área coberta e foi em média de 10% quando se usou plantas aquáticas como cobertura com 21% de área coberta pelas folhas. Assim, o cultivo de plantas aquáticas da família Nymphaeaceae é uma alternativa atrativa para o controle de evaporação em lagos e pequenos açudes. O desempenho de placas comerciais de isopor foi prejudicado pela baixa resistência mecânica destas.pt_BR
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