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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.authorCorde, Marine Lila-
dc.date.accessioned2014-09-15T16:34:26Z-
dc.date.available2014-09-15T16:34:26Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationCORDE, Marine Lila. A articulação entre objetividade e subjetividade nos textos antropológicos: contribuições da escrita literária para a construção de saberes antropológicos. Revista de Ciências Sociais, Fortaleza, v. 44, n. 2, p. 12-30, 2013.pt_BR
dc.identifier.issn0041-8862 (impresso)-
dc.identifier.issn2318-4620 (online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/9069-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherhttp://www.rcs.ufc.br/edicoespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAntropologiapt_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subjectTextos antropológicospt_BR
dc.subjectSaberes antropológicos e sociológicospt_BR
dc.subjectPesquisa empíricapt_BR
dc.titleA articulação entre objetividade e subjetividade nos textos antropológicos: contribuições da escrita literária para a construção de saberes antropológicospt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste artigo tem como ponto inicial considerações pessoais desenvolvidas sobre a relação dialógica entre Antropologia e Literatura. Parto da ideia de que a elaboração de conhecimentos em antropologia ganha especifi cidade no fato de se basear em grande parte na experiência subjetiva do pesquisador, que constrói seu trabalho de campo numa interrelação entre sua experiência pessoal e a de seus vários interlocutores. Isto coloca em questão a concepção de “saber” tradicionalmente elaborada nas ciências ditas exatas, segundo a qual qualquer menção da experiência pessoal do pesquisador se apresenta como obstáculo para alcançar uma objetividade científi ca. Todavia, defendo que a “subjetividade” – lugar do “sujeito” de conhecimento – pode ser pensada como “estilo objetivo”, ou seja, um estilo no qual as operações enunciativas que lhe atestam cientifi cidade são as que tornam explícita a presença do pesquisador. Pensar essas operações através da escrita de um texto científi co pode trazer informações interessantes sobre o processo de construção antropológica de saberes. Meu argumento é que a escrita literária (certos usos de pronomes pessoais, modalização, etc.) é um domínio rico para se pensar a articulação entre subjetividade e objetividade. Tais considerações apóiam-se em autores como: Bastide (1983 [1946]), para quem a expressão poética é uma “forma de exatidão científi ca”; Mondada (1995), que compreende certas formas de enunciação como possibilidade de abertura de mais espaço para a articulação subjetividade/objetividade no texto científi co; e Geertz (2002 [1988]), que interpreta o diálogo entre a antropologia e a literatura como estratégia para melhor implicar o leitor no texto antropológico...pt_BR
Aparece en las colecciones: DCSO - Artigos publicados em revistas científicas

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