Use este identificador para citar ou linkar para este item:
http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/86981| Tipo: | Livro |
| Título: | Gestão da Educação Especial na Perspectiva Inclusiva: narrativas pedagógicas do RENAFOR |
| Organizador(es): | Lustosa, Francisca Geny Gomes, Robéria Vieira Barreto Soares, Bruna Isabel Bezerra Nunes, Francisca Sueli Farias Silva, Maria Simone da |
| Palavras-chave em português: | Educação Especial Inclusiva;Gestão pedagógica |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO |
| Data do documento: | 2026 |
| Instituição/Editor/Publicador: | Expressão Gráfica e Editora |
| Citação: | LUSTOSA, Francisca Geny; GOMES, Roberia Vieira Barreto; SOARES, Bruna Isabel Bezerra; NUNES, Francisca Sueli Farias; SILVA, Maria Simone da (orgs.). Gestão da Educação Especial na Perspectiva Inclusiva: narrativas pedagógicas do RENAFOR. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, 2026. |
| Resumo: | Prefaciar essa obra é, antes de tudo, celebrar as experiências dos profissionais de educação aqui envolvidos. Professores--pesquisadores da escola e da universidade, juntos, refletindo sobre a transformação da escola na realização da Educação Inclusiva. O conceito de Educação Inclusiva é relativamente recente. Surgiu nos anos 90, graças aos trabalhos de alguns pensadores do mundo da educação. A Educação Inclusiva se respalda em princípios tais como os que sustentam que o ser humano é essencialmente gregário e a singularidade é a sua marca. Um atributo não define uma pessoa e toda aprendizagem é única, de forma que cada criança é protagonista do próprio conhecimento. Os espaços sociais contribuem para a formação do sujeito, e é por meio das relações que ele vive a experiência da diferença — experiência esta que consolida uma imagem positiva ou negativa de acordo com o que o ambiente social propicia. As conquistas sociais que marcaram a inclusão podem ser elencadas nos Estados Unidos por meio das lutas contra o racismo nos anos 50/60, com a abolição do sistema de ensino paralelo para pessoas afrodescendentes, pela Lei de Educação para Todas as Crianças com Deficiência em 1975. No Canadá, o Rapport Copex, em 1976, resultou na melhoria da escola para todas as crianças. No Brasil, a Constituição Federal de 1988, a Convenção - 2006, a PNEE-PEI - 2008, a Resolução CNE/CEB nº04/2009 e a Lei Brasileira da Inclusão - 2015 são marcos legais que asseguram o direito de todas as crianças frequentarem a escola comum em igualdade de condições. A forma como a escola e o meio social aceitam ou negam a participação das pessoas na sociedade depende muito da concepção que se tem da deficiência. Essa concepção pode estar respaldada em um modelo médico ou no modelo social. Segundo esse primeiro modelo, a barreira para a interação e para a aprendizagem está na pessoa e o foco é na deficiência; já no segundo modelo, a barreira está no ambiente, nos obstáculos que uma sociedade ou uma escola impõem às pessoas. A acessibilidade é o fator decisivo para eliminar esses obstáculos. Nesse caso, a deficiência é produzida pelo meio. [...] |
| URI: | http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/86981 |
| ISBN: | 978-85-420-1962-9 |
| Currículo Lattes do Organizador: | http://lattes.cnpq.br/9802514363178311 http://lattes.cnpq.br/3456804214594890 http://lattes.cnpq.br/3651955910364126 http://lattes.cnpq.br/2618383037690282 http://lattes.cnpq.br/2323953965428612 |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| Aparece nas coleções: | FACED - Livros |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 2026_liv_fglustosa.pdf | 4,89 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.